<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765</id><updated>2012-01-19T16:26:37.035-08:00</updated><category term='Lei de mau gosto'/><category term='Para que serve a lei?'/><category term='Direito Internacional Público'/><category term='+ Gramsci'/><category term='O espírito das leis - Montesquieu. O homem que ri - Victor Hugo'/><category term='Política em época de política'/><category term='moderno?'/><category term='Criança não é bicho de estimação'/><category term='Porcaria de empresa'/><category term='Habermas'/><category term='Os intelectuais e a organização da cultura - Gramsci'/><category term='Caio Prado Junior. Dialética do conhecimento.'/><category term='Democracia em Honduras. Estado de Direito.'/><category term='Arruda planta'/><category term='Polícia para quem precisa'/><category term='Biblioteca Free Hans Kelsen'/><category term='Manual'/><category term='golpe. Honduras'/><category term='jornalista profissão'/><category term='&quot;Somos ótimos em eventos(...) nosso problema é a rotina&quot;'/><category term='O espírito das leis - Montesquieu'/><category term='Marcelo Varella'/><category term='Direito à visitação'/><category term='Exploração /'/><category term='teoria  dos  jogos.Estado  normativo'/><title type='text'>Gigliola_Cordova</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image 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transcrita, cujos termos repudio da maneira mais ..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-527377642321128982?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://diplomatizzando.blogspot.com/2011/01/um-manifesto-em-favor-de-um-criminoso.html?spref=bl' title='Diplomatizzando: Um manifesto em favor de um criminoso: uma peticao...'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/527377642321128982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=527377642321128982&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/527377642321128982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/527377642321128982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2011/01/diplomatizzando-um-manifesto-em-favor.html' title='Diplomatizzando: Um manifesto em favor de um criminoso: uma peticao...'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-347323424720542554</id><published>2011-01-10T06:45:00.000-08:00</published><updated>2011-01-10T06:45:25.191-08:00</updated><title type='text'>Não passarão!: O assassino Cesare Battisti</title><content type='html'>&lt;a href="http://carlosandreazza.blogspot.com/2011/01/o-assassino-cesare-battisti.html?spref=bl"&gt;Não passarão!: O assassino Cesare Battisti&lt;/a&gt;: "Minha opinião [que defendi em quase uma dezena textos] é mais que conhecida: o assassino Cesare Battisti [que agora apela para o comodismo d..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-347323424720542554?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://carlosandreazza.blogspot.com/2011/01/o-assassino-cesare-battisti.html?spref=bl' title='Não passarão!: O assassino Cesare Battisti'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/347323424720542554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=347323424720542554&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/347323424720542554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/347323424720542554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2011/01/nao-passarao-o-assassino-cesare.html' title='Não passarão!: O assassino Cesare Battisti'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-1831145310765396783</id><published>2010-11-27T04:22:00.000-08:00</published><updated>2010-11-27T04:24:12.928-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;Somos ótimos em eventos(...) nosso problema é a rotina&quot;'/><title type='text'>O Rio continua lindo</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt; &lt;a href="http://luizeduardosoares.blogspot.com/2010/11/crise-no-rio-e-o-pastiche-midiatico.html?spref=fb"&gt;A crise no Rio e o pastiche midiático &lt;/a&gt;&lt;/h3&gt; &lt;div class="post-header"&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Sempre mantive com jornalistas uma relação de respeito e cooperação. Em alguns casos, o contato profissional evoluiu para amizade. Quando as divergências são muitas e profundas, procuro compreender e buscar bases de um consenso mínimo, para que o diálogo não se inviabilize. Faço-o por ética –supondo que ninguém seja dono da verdade, muito menos eu--, na esperança de que o mesmo procedimento seja adotado pelo interlocutor. Além disso, me esforço por atender aos que me procuram, porque sei que atuam sob pressão, exaustivamente, premidos pelo tempo e por pautas urgentes. A pressa se intensifica nas crises, por motivos óbvios. Costumo dizer que só nós, da segurança pública (em meu caso, quando ocupava posições na área da gestão pública da segurança), os médicos e o pessoal da Defesa Civil, trabalhamos tanto –ou sob tanta pressão-- quanto os jornalistas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Digo isso para explicar por que, na crise atual, tenho recusado convites para falar e colaborar com a mídia: &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;(1) Recebi muitos telefonemas, recados e mensagens. As chamadas são contínuas, a tal ponto que não me restou alternativa a desligar o celular. Ao todo, nesses dias, foram mais de cem pedidos de entrevistas ou declarações. Nem que eu contasse com uma equipe de secretários, teria como responder a todos e muito menos como atendê-los. Por isso, aproveito a oportunidade para desculpar-me. Creiam, não se trata de descortesia ou desapreço pelos repórteres, produtores ou entrevistadores que me procuraram. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;(2) Além disso, não tenho informações de bastidor que mereçam divulgação. Por outro lado, não faria sentido jogar pelo ralo a credibilidade que construí ao longo da vida. E isso poderia acontecer se eu aceitasse aparecer na TV, no rádio ou nos jornais, glosando os discursos oficiais que estão sendo difundidos, declamando platitudes, reproduzindo o senso comum pleno de preconceitos, ou divagando em torno de especulações. A situação é muito grave e não admite leviandades. Portanto, só faria sentido falar se fosse para contribuir de modo eficaz para o entendimento mais amplo e profundo da realidade que vivemos. Como fazê-lo em alguns parcos minutos, entrecortados por intervenções de locutores e debatedores? Como fazê-lo no contexto em que todo pensamento analítico é editado, truncado, espremido –em uma palavra, banido--, para que reinem, incontrastáveis, a exaltação passional das emergências, as imagens espetaculares, os dramas individuais e a retórica paradoxalmente triunfalista do discurso oficial?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;(3) Por fim, não posso mais compactuar com o ciclo sempre repetido na mídia: atenção à segurança nas crises agudas e nenhum investimento reflexivo e informativo realmente denso e consistente, na entressafra, isto é, nos intervalos entre as crises. Na crise, as perguntas recorrentes são: (a) O que fazer, já, imediatamente, para sustar a explosão de violência? (b) O que a polícia deveria fazer para vencer, definitivamente, o tráfico de drogas? (c) Por que o governo não chama o Exército? (d) A imagem internacional do Rio foi maculada? (e) Conseguiremos realizar com êxito a Copa e as Olimpíadas? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Ao longo dos últimos 25 anos, pelo menos, me tornei “as aspas” que ajudaram a legitimar inúmeras reportagens. No tópico, “especialistas”, lá estava eu, tentando, com alguns colegas, furar o bloqueio à afirmação de uma perspectiva um pouquinho menos trivial e imediatista. Muitas dessas reportagens, por sua excelente qualidade, prescindiriam de minhas aspas –nesses casos, reduzi-me a recurso ocioso, mera formalidade das regras jornalísticas. Outras, nem com todas as aspas do mundo se sustentariam. Pois bem, acho que já fui ou proporcionei aspas o suficiente. Esse código jornalístico, com as exceções de praxe, não funciona, quando o tema tratado é complexo, pouco conhecido e, por sua natureza, rebelde ao modelo de explicação corrente. Modelo que não nasceu na mídia, mas que orienta as visões aí predominantes. Particularmente, não gostaria de continuar a ser cúmplice involuntário de sua contínua reprodução.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Eis por que as perguntas mencionadas são expressivas do pobre modelo explicativo corrente e por que devem ser consideradas obstáculos ao conhecimento e réplicas de hábitos mentais refratários às mudanças inadiáveis. Respondo sem a elegância que a presença de um entrevistador exigiria. Serei, por assim dizer, curto e grosso, aproveitando-me do expediente discursivo aqui adotado, em que sou eu mesmo o formulador das questões a desconstruir. Eis as respostas, na sequência das perguntas, que repito para facilitar a leitura:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;(a) O que fazer, já, imediatamente, para sustar a violência e resolver o desafio da insegurança?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Nada que se possa fazer já, imediatamente, resolverá a insegurança. Quando se está na crise, usam-se os instrumentos disponíveis e os procedimentos conhecidos para conter os sintomas e salvar o paciente. Se desejamos, de fato, resolver algum problema grave, não é possível continuar a tratar o paciente apenas quando ele já está na UTI, tomado por uma enfermidade letal, apresentando um quadro agudo. Nessa hora, parte-se para medidas extremas, de desespero, mobilizando-se o canivete e o açougueiro, sem anestesia e assepsia. Nessa hora, o cardiologista abre o tórax do moribundo na maca, no corredor. Não há como construir um novo hospital, decente, eficiente, nem para formar especialistas, nem para prevenir epidemias, nem para adotar procedimentos que evitem o agravamento da patologia.  Por isso, o primeiro passo para evitar que a situação se repita é trocar a pergunta. O foco capaz de ajudar a mudar a realidade é aquele apontado por outra pergunta: o que fazer para aperfeiçoar a segurança pública, no Rio e no Brasil, evitando a violência de todos os dias, assim como sua intensificação, expressa nas sucessivas crises?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Se o entrevistador imaginário interpelar o respondente, afirmando que a sociedade exige uma resposta imediata, precisa de uma ação emergencial e não aceita nenhuma abordagem que não produza efeitos práticos imediatos, a melhor resposta seria: caro amigo, sua atitude representa, exatamente, a postura que tem impedido avanços consistentes na segurança pública. Se a sociedade, a mídia e os governos continuarem se recusando a pensar e abordar o problema em profundidade e extensão, como um fenômeno multidimensional a requerer enfrentamento sistêmico, ou seja, se prosseguirmos nos recusando, enquanto Nação, a tratar do problema na perspectiva do médio e do longo prazos, nos condenaremos às crises, cada vez mais dramáticas, para as quais não há soluções mágicas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;A melhor resposta à emergência é começar a se movimentar na direção da reconstrução das condições geradoras da situação emergencial. Quanto ao imediato, não há espaço para nada senão o disponível, acessível, conhecido, que se aplica com maior ou menor destreza, reduzindo-se danos e prolongando-se a vida em risco.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;A pergunta é obtusa e obscurantista, cúmplice da ignorância e da apatia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;(b) O que as polícias fluminenses deveriam fazer para vencer, definitivamente, o tráfico de drogas?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Em primeiro lugar, deveriam parar de traficar e de associar-se aos traficantes, nos “arregos” celebrados por suas bandas podres, à luz do dia, diante de todos. Deveriam parar de negociar armas com traficantes, o que as bandas podres fazem, sistematicamente. Deveriam também parar de reproduzir o pior do tráfico, dominando, sob a forma de máfias ou milícias, territórios e populações pela força das armas, visando rendimentos criminosos obtidos por meios cruéis. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Ou seja, a polaridade referida na pergunta (polícias &lt;i&gt;versus&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; tráfico) esconde o verdadeiro problema: &lt;b&gt;não existe a polaridade&lt;/b&gt;. Construí-la –isto é, separar bandido e polícia; distinguir crime e polícia-- teria de ser a meta mais importante e urgente de qualquer política de segurança digna desse nome. Não há nenhuma modalidade importante de ação criminal no Rio de que segmentos policiais corruptos estejam ausentes. E só por isso que ainda existe tráfico armado, assim como as milícias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Não digo isso para ofender os policiais ou as instituições. Não generalizo. Pelo contrário, sei que há dezenas de milhares de policiais honrados e honestos, que arriscam, estóica e heroicamente, suas vidas por salários indignos. Considero-os as primeiras vítimas da degradação institucional em curso, porque os envergonha, os humilha, os ameaça e acua o convívio inevitável com milhares de colegas corrompidos, envolvidos na criminalidade, sócios ou mesmo empreendedores do crime.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Não nos iludamos: o tráfico, no modelo que se firmou no Rio, é uma realidade em franco declínio e tende a se eclipsar, derrotado por sua irracionalidade econômica e sua incompatibilidade com as dinâmicas políticas e sociais predominantes, em nosso horizonte histórico. Incapaz, inclusive, de competir com as milícias, cuja competência está na disposição de não se prender, exclusivamente, a um único nicho de mercado, comercializando apenas drogas –mas as incluindo em sua carteira de negócios, quando conveniente. O modelo do tráfico armado, sustentado em domínio territorial, é atrasado, pesado, anti-econômico: custa muito caro manter um exército, recrutar neófitos, armá-los (nada disso é necessário às milícias, posto que seus membros são policiais), mantê-los unidos e disciplinados, enfrentando revezes de todo tipo e ataques por todos os lados, vendo-se forçados a dividir ganhos com a banda podre da polícia (que atua nas milícias) e, eventualmente, com os líderes e aliados da facção. É excessivamente custoso impor-se sobre um território e uma população, sobretudo na medida que os jovens mais vulneráveis ao recrutamento comecem a vislumbrar e encontrar alternativas. Não só o velho modelo é caro, como pode ser substituído com vantagens por outro muito mais rentável e menos arriscado, adotado nos países democráticos mais avançados: a venda por &lt;i&gt;delivery&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; ou em dinâmica varejista nômade, clandestina, discreta, desarmada e pacífica. Em outras palavras, é melhor, mais fácil e lucrativo praticar o negócio das drogas ilícitas como se fosse contrabando ou pirataria do que fazer a guerra. Convenhamos, também é muito menos danoso para a sociedade, por óbvio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;(c) O Exército deveria participar? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Fazendo o trabalho policial, não, pois não existe para isso, não é treinado para isso, nem está equipado para isso. Mas deve, sim, participar. A começar cumprindo sua função de controlar os fluxos das armas no país. Isso resolveria o maior dos problemas: as armas ilegais passando, tranquilamente, de mão em mão, com as benções, a mediação e o estímulo da banda podre das polícias.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;E não só o Exército. Também a Marinha, formando uma Guarda Costeira com foco no controle de armas transportadas como cargas clandestinas ou despejadas na baía e nos portos. Assim como a Aeronáutica, identificando e destruindo pistas de pouso clandestinas, controlando o espaço aéreo e apoiando a PF na fiscalização das cargas nos aeroportos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;(d) A imagem internacional do Rio foi maculada?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Claro. Mais uma vez.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;(e) Conseguiremos realizar com êxito a Copa e as Olimpíadas?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;Sem dúvida. Somos ótimos em eventos. Nesses momentos, aparece dinheiro, surge o “espírito cooperativo”, ações racionais e planejadas impõem-se. Nosso calcanhar de Aquiles é a rotina. Copa e Olimpíadas serão um sucesso. O problema é o dia a dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;Palavras Finais&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Traficantes se rebelam e a cidade vai à lona. Encena-se um drama sangrento, mas ultrapassado. O canto de cisne do tráfico era esperado. Haverá outros momentos análogos, no futuro, mas a tendência declinante é inarredável. E não porque existem as UPPs, mas porque correspondem a um modelo insustentável, economicamente, assim como social e politicamente. As UPPs, vale dizer mais uma vez, são um ótimo programa, que reedita com mais apoio político e fôlego administrativo o programa “Mutirões pela Paz”, que implantei com uma equipe em 1999, e que acabou soterrado pela política com “p” minúsculo, quando fui exonerado, em 2000, ainda que tenha sido ressuscitado, graças à liderança e à competência raras do ten.cel. Carballo Blanco, com o título GPAE, como reação à derrocada que se seguiu à minha saída do governo. A despeito de suas virtudes, valorizadas pela presença de Ricardo Henriques na secretaria estadual de assistência social --um dos melhores gestores do país--, elas não terão futuro se as polícias não forem profundamente transformadas. Afinal, para tornarem-se política pública terão de incluir duas qualidades indispensáveis: escala e sustentatibilidade, ou seja, terão de ser assumidas, na esfera da segurança, pela PM. Contudo, entregar as UPPs à condução da PM seria condená-las à liquidação, dada a degradação institucional já referida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;O tráfico que ora perde poder e capacidade de reprodução só se impôs, no Rio, no modelo territorializado e sedentário em que se estabeleceu, porque sempre contou com a sociedade da polícia, vale reiterar. Quando o tráfico de drogas no modelo territorializado atinge seu ponto histórico de inflexão e começa, gradualmente, a bater em retirada, seus sócios –as bandas podres das polícias-- prosseguem fortes, firmes, empreendedores, politicamente ambiciosos, economicamente vorazes, prontos a fixar as bandeiras milicianas de sua hegemonia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Discutindo a crise, a mídia reproduz o mito da polaridade polícia versus tráfico, perdendo o foco, ignorando o decisivo: como, quem, em que termos e por que meios se fará a reforma radical das polícias, no Rio, para que estas deixem de ser incubadoras de milícias, máfias, tráfico de armas e drogas, crime violento, brutalidade, corrupção? Como se refundarão as instituições policiais para que os bons profissionais sejam, afinal, valorizados e qualificados? Como serão transformadas as polícias, para que deixem de ser reativas, ingovernáveis, ineficientes na prevenção e na investigação?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;As polícias são instituições absolutamente fundamentais para o Estado democrático de direito. Cumpre-lhes garantir, na prática, os direitos e as liberdades estipulados na Constituição. Sobretudo, cumpre-lhes proteger a vida e a estabilidade das expectativas positivas relativamente à sociabilidade cooperativa e à vigência da legalidade e da justiça. A despeito de sua importância, essas instituições não foram alcançadas em profundidade pelo processo de transição democrática, nem se modernizaram, adaptando-se às exigências da complexa sociedade brasileira contemporânea. O modelo policial foi herdado da ditadura. Ele servia à defesa do Estado autoritário e era funcional ao contexto marcado pelo arbítrio. Não serve à defesa da cidadania. A estrutura organizacional de ambas as polícias impede a gestão racional e a integração, tornando o controle impraticável e a avaliação, seguida por um monitoramento corretivo, inviável. Ineptas para identificar erros, as polícias condenam-se a repeti-los. Elas são rígidas onde teriam de ser plásticas, flexíveis e descentralizadas; e são frouxas e anárquicas, onde deveriam ser rigorosas. Cada uma delas, a PM e a Polícia Civil, são duas instituições: oficiais e não-oficiais; delegados e não-delegados.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;E nesse quadro, a PEC-300 é varrida do mapa no Congresso pelos governadores, que pagam aos policiais salários insuficientes, empurrando-os ao segundo emprego na segurança privada informal e ilegal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Uma das fontes da degradação institucional das polícias é o que denomino "gato orçamentário", esse casamento perverso entre o Estado e a ilegalidade: para evitar o colapso do orçamento público na área de segurança, as autoridades toleram o bico dos policiais em segurança privada. Ao fazê-lo, deixam de fiscalizar dinâmicas benignas (em termos, pois sempre há graves problemas daí decorrentes), nas quais policiais honestos apenas buscam sobreviver dignamente, apesar da ilegalidade de seu segundo emprego, mas também dinâmicas malignas: aquelas em que policiais corruptos provocam a insegurança para vender segurança; unem-se como pistoleiros a soldo em grupos de extermínio; e, no limite, organizam-se como máfias ou milícias, dominando pelo terror populações e territórios. Ou se resolve esse gargalo (pagando o suficiente e fiscalizando a segurança privada /banindo a informal e ilegal; ou legalizando e disciplinando, e fiscalizando o bico), ou não faz sentido buscar aprimorar as polícias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;O Jornal Nacional, nesta quinta, 25 de novembro, definiu o caos no Rio de Janeiro, salpicado de cenas de guerra e morte, pânico e desespero, como um dia histórico de vitória: o dia em que as polícias ocuparam a Vila Cruzeiro. Ou eu sofri um súbito apagão mental e me tornei um idiota contumaz e incorrigível ou os editores do JN sentiram-se autorizados a tratar milhões de telespectadores como contumazes e incorrigíveis idiotas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Ou se começa a falar sério e levar a sério a tragédia da insegurança pública no Brasil, ou será pelo menos mais digno furtar-se a fazer coro à farsa.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-1831145310765396783?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/1831145310765396783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=1831145310765396783&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/1831145310765396783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/1831145310765396783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2010/11/o-rio-continua-lindo.html' title='O Rio continua lindo'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-2962622746712696080</id><published>2010-10-20T13:13:00.000-07:00</published><updated>2010-10-20T13:42:32.132-07:00</updated><title type='text'>Vence o preconceito no debate sobre o aborto</title><content type='html'>Publicado hoje, no Correio Braziliense, caderno Opinião, pág 17.&lt;br /&gt;Flávia Biroli ( professora do Instituto de Ciência Política da UnB e pesquisadora do CNPQ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate sobre a descriminalização do aborto ainda não aconteceu no Brasil. Quando ganhou a cena na campanha de 2010, apareceu marcada pela oposição entre a defesa e a ofensa contra  a vida .&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há aqui o reconhecimento de que a criminalização não impede que milhares de mulheres realizem abortos todos os anos, colocando o aborto clandestino entre as principais causas de morte materna.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O peso das igrejas na definição da agenda e na formação das preferências dos eleitores não era esperado. Mas não é só isso que a campanha eleitoral de 2010 expôs. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mostrou que quando o discurso religioso define os limites, não há debate.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A defesa da  vida  sem discutir políticas reprodutivas e desconsiderando o direito das mulheres a ter voz e escolha tem um significado precioso: o reforço a preconceitos que comprometem a defesa responsável da vida e a garantia da autonomia dos indivíduos pelo Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pontos merecem esclarecimento. Ser a favor da descriminalização do aborto não significa ser a favor do aborto. A defesa da descriminalização corresponde à defesa de que cabe à mulher decidir se mantém ou não uma gravidez. ... nenhuma mulher deseja realizar um aborto, nenhum Estado defente a rotinização dessa prática. Mas, diferentemente da suposição de que avida tem o mesmo valor em qualquer circusntância, defende-se a vida da mulher e a autonomia dos indivíduos para decidir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criminalização do aborto restringe a autonomia da mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(e os argumentos continuam... ) Até quando vamos ficar discutíndo o imponderável. Há um direito negado às mulheres brasileiras: fato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-2962622746712696080?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/2962622746712696080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=2962622746712696080&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/2962622746712696080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/2962622746712696080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2010/10/vence-o-preconceito-no-debate-sobre-o.html' title='Vence o preconceito no debate sobre o aborto'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-5886961158386144884</id><published>2010-10-14T12:31:00.000-07:00</published><updated>2010-10-14T12:33:45.296-07:00</updated><title type='text'>Na noz</title><content type='html'>HAWKING, Stephen. O universo numa casca de noz. 4ª. ed. Tradução de Ivo Korytowski. São Paulo: ARX, 2001.&lt;br /&gt;Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espaço infinito.  Shakespeare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro dividido em 7 capítulos, 211 páginas. Apesar de querer, não consegui ler o livro sem largar. Tem muito de física, de química, de simetria espacial, precisei ler como quem degusta um vinho: sentindo cada sabor, perscrutando cada conceito como a novidade que era, imaginando todo o espaço que ele descreve... tudo em 3 dimensões... Fantástico!!! Com um muito bom humor&lt;br /&gt;O livro todo fala de novas tecnologias, perturbadoras, mas acalma o leitor despreparado para esse admirável mundo novo com frases de efeito:&lt;br /&gt;... é melhor viajar com esperança do que chegar.&lt;br /&gt;... seremos sempre o centro de um horizonte de possibilidades em expansão.&lt;br /&gt;“Kant supunha que o tempo possuía um significado independente do universo.”&lt;br /&gt;A discussão entra pela matemática e desemboca na filosofis... 42! Eu responderia, lembrando do Mochileiro das galáxias... “Poderia-se pensar que isso significa que os números imaginários não passam de um jogo matemático, sem nenhuma relação com o mundo real. Do ponto de vista da filosofia positivista, porém, não é possível determinar o que é real. Tudo que se pode fazer é descobrir quais modelos matemáticos descrevem o universo em que vivemos. Afinal, um modelo matemático envolvendo o tempo imaginário prevê não apenas efeitos que já observamos, mas também efeitos que ainda não conseguimos medir, porém nos quais acreditamos por outros motivos. Então, o que é real e o que é imaginário? A distinção está apenas em nossas mentes?&lt;br /&gt;“A coisa mais óbvia sobre o espaço é que ele continua e continua e continua.”&lt;br /&gt;“Einstein afirmava que Deus não joga dados. Entretanto, tudo indica que Deus é um grande jogador. O universo pode ser imaginado como um gigantesco cassino, com dados sendo lançados ou roletas sendo giradas a todo momento.” Eu adorei isso...&lt;br /&gt;“Como o universo continua lançando dados para ver o que acontece depois, ele não tem uma única história, como se poderia pensar. Pelo contrário: o universo deve ter várias histórias possíveis, cada uma com sua própria probabilidade.”&lt;br /&gt;“Em ciência, encontrar a formulação certa de um problema constitui, muitas vezes, a chave para a sua resolução.”&lt;br /&gt;“Bons jogadores gostam de apostar em peculiaridades.”&lt;br /&gt;“...a vida biológica e eletrônica continuarão evoluindo em complexidade a um ritmo sempre crescente.” – se a gente não acabar com tudo antes...&lt;br /&gt;“Em nenhuma época, durante aproximadamente dez mil anos desde a última Era Glacial, a raça humana vivenciou um estado de conhecimento constante e tecnologia fixa. Houve alguns retrocessos, como a Idade das Trevas, após a queda do Império Romano. Mas a população mundial, que é um indicador de nossa capacidade tecnológica de preservar a vida e nos alimentar, tem crescido constantemente, com apenas alguns contratempos como a Peste Negra.”&lt;br /&gt;“Atualmente, a taxa é de cerca de 1,9 por cento ao ano. Isso pode parecer pouco, mas significa que a população mundial dobra a cada 40 anos.&lt;br /&gt;Outros indicadores do progresso tecnológico nos últimos anos são o consumo de eletricidade e o número de artigos científicos. Eles também mostram um crescimento exponencial, dobrando em menos de 40 anos. Não há sinal de que os progressos científico e tecnológico diminuirão e pararão em um futuro próximo – certamente não na época de Jornada nas estrelas, que deve existir em um futuro não muito distante. Mas se o aumento da população e do consumo de eletricidade continuarem no ritmo atual, em 2600 as pessoas ficarão ombro a ombro e o consumo de eletricidade deixará a terra incandescente.&lt;br /&gt;Se você dispusesse todos os novos livros um ao lado do outro à medida que fossem sendo publicados, teria de correr a 145 quilômetros por hora apenas  para acompanhar o fim da fila., Claro que, em 2600, as novas obras artísticas e científicas virão em formas eletrônicas, e não como libros e artigos físicos. Contudo, se o crescimento exponenecial prosseguisse, surgiriam dez artigos por segundo no meu ramo da física teórica, e não haveria tempo para lê-los).&lt;br /&gt;Evidentemente o atual crescimento exponencial não pode durar para sempre. Então o que acontecerá? Uma possibilidade é nos exterminarmos completamente por algum desastre, como uma guerra nuclear. Os pessimistas dizem que o motivo por que não fomos contatados por extraterrestres é que, quando uma civilização atinge nosso estágio de desenvolvimento, torna-se instável e destrói a si mesma. Contudo, sou um otimista, não acredito que a raça humana tenha chegado tão longe simplesmente para se extinguir justo quando as coisas estão se tornando interessantes.”&lt;br /&gt;“De longe, os sistemas mais complexos que temos são nossos próprios corpos. A vida parece ter se originado nos oceanos primordiais que cobriam a terra há 4 bilhões de anos. Como isso aconteceu, não sabemos. Pode ser que colisões aleatórias entre átomos formaram macromoléculas capazes de se reproduzir e de se reunir em estruturas ainda mais complexas. O que sabemos é que, há 3,5 bilhões de anos, a altamente elaborada molécula DNA surgiu.&lt;br /&gt;O DNA é a base de toda a vida na Terra. Ele tem uma estrutura de dupla hélice – como uma escada em caracol – que foi descoberta por Francis Crick e James Watson no laboratório de Cavendish, em Cambridge, em 1953. Os dois filamentos da dupla hélice estão ligados por pares de ácidos nucléicos, como os degraus de uma escada em caracol. Há quatro tipos de ácidos nucleios: citosina, guanina, timina e adenina. De acordo com a ordem em que os diferents ácidos nucléicos ao longo da espiral. Na maior dos casos, os erros na cópia tornam o DNA impossibilitado ou com menos probabilidade de se reproduzir, fazendo com que esses erros genéticos – ou mutações, como são chamados – se extingam. Mas, em uns poucos casos, o erro ou mutação aumentará as chances de o DNA sobreviver e se reproduzir. Tais mudanças no código genético serão favorecidas. É assim que as informações contidas na sequencia de ácidos nucléicos gradualmente envoluem e ficam mais complexas.&lt;br /&gt;“Como o universo continua lançando dados para ver o que acontece depois, ele não tem uma única história, como se poderia pensar. Pelo contrário: o universo deve ter várias histórias possíveis, cada uma com sua própria probabilidade.&lt;br /&gt;“Evidentemente o atual crescimento exponencial não pode durar para sempre. Então o que acontecerá? Uma possibilidade é nos exterminarmos completamente por algum desastre, como uma guerra nuclear. Os pessismistas dizem que o motivo por que não fomos contatados por extraterrestres é que, quando uma civilização atinge o nosso estágio de desenvolvimento, torna-se instável e destrói a si mesma. Contudo sou um toimista.”&lt;br /&gt;“A taxa de aumento da complexidade do DNA aumentou gradualmente para cerca de uma unidade por ano nos últimos milhões de anos. Até que, cerca de seis ou oito mil anos atrás, um novo e maior progresso ocorreu: nós desenvolvemos a língua escrita. Com isso, informações puderam ser passadas de uma geração a outra sem precisar esperar que o tão lento processo de mutações aleatórias e seleção natural as codificasse na sequencia de DNA. O grau de complexidade aumentou tremendamente. Um único romance em brochura podia conter tantas informações quanto a diferença entre DNAs de macacos e serde 30 volumes podia descrever toda a sequencia do DNA humano.”&lt;br /&gt;“Essa transmissão de dados por meios externos, não-biológicos, levou a raça humana a dominar o mundo e a ter uma população em crescimento exponencial. Mas agora estamos no início de uma nova era, durante a qual seremos capazes de aumentar a complexidade de nosso registro interno, o DNA, sem ter de esperar pelo lentro processo da evolução biológica. Não houve mudança significativa no DNA humano nos últimos dez mil anos, mas é provável que sejamos capazes de reprojetá-lo totalmente nos próximos mil anos. Claro que muita gente dirá que a engenharia genética em seres humanos deveria ser proibida, mas dificilmente conseguiremos impedi-la.”&lt;br /&gt;“Obviamente a criação de seres humanos apromorados acarretará grandes problemas sociais e políticos no que diz respeito aos seres humanos comuns. Minha intenção não é defender a engenharia genética humana como evolução desejável, mas apenas dizer que é provável que ela aconteça, queiramos ou não. Essa é a razão por que não acredito em ficções científicas como Jornada nas estrelas, nas quais pessoas 400 anos no futuro são essencialmente como nós hoje. Acho que a raça humana e seu DNA aumentarão sua complexidade rapidamente. Deveríamos reconhecer que isso tende a ocorrer e avaliar como lidaremos com esse fato.”&lt;br /&gt;“De certo modo, a raça humana precisa melhorar suas qualidades mentais e físicas para lidar com o mundo cada vez mais complexo à sua volta e enfrentar novos desafios, como as viagens espaciais. Os seres humanos também precisam aumentar sua complexidade para que os sistemas biológicos se mantenham à frente dos eletrônicos.”&lt;br /&gt;“Esse aumento da complexidade biológica e eletrônica prosseguirá para sempre ou existe um limite natural: Do lado biológico, o limite da inteligência humana tem sido, até agora, fixado pelo tamanho do cérebro que passará através do canal do parto. Tendo presenciado o nascimento de meus três filhos, sei como é difícil a cabeça sair. Mas creio que nos próximos cem anos conseguiremos desenvolver bebês fora do corpo humanos, de modo a eliminar essa limitação. “&lt;br /&gt;“Podemos ser espertos ou muito inteligentes, mas não ambos.”&lt;br /&gt;“Outra forma de aumentar a complexidade dos circuitos eletrônicos, mantendo sua  velocidade, é copiar o cérebro humano. O cérebro não possui uma CPU – Unidade Central de processamento – única que processa cada comando em sequencia. Ao contrário, possui milhões de processadores trabalhando juntos ao mesmo tempo. Tal processamento paralelo maciço será também o futuro da inteligência eletrônica.”&lt;br /&gt;“As bactérias se defendem muito bem sem inteligência e sobreviverão a nós se a nossa suposta inteligência provocar nosso extermínio em uma guerra nuclear. “&lt;br /&gt;“Na verdade, para exolicar a velocidade com que as estrelas orbitam o centro de nossa galáxia, aparentemente deveria haver mais massa do que aquela deduzida a partir da matéria que observamos.” – Mas esse pensamento pode ser aplicável a algo tão pequeno quanto um ser, por exemplo, ou só ao objeto grande quanto planetas e sistemas solares?&lt;br /&gt;Porque esse livro é tão fundamental: porque mesmo que você não compreenda extamente o que ele diz, prova com a física, você consegue observar um futuro prático, uma visão da aplicação prática da teoria que ele expõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente é uma palavra pro-fun-da-men-te complexa nesse livro!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-5886961158386144884?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/5886961158386144884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=5886961158386144884&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/5886961158386144884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/5886961158386144884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2010/10/na-noz.html' title='Na noz'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-588970167248882758</id><published>2010-09-18T02:28:00.000-07:00</published><updated>2010-09-18T02:31:48.151-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política em época de política'/><title type='text'>Sobre Dilmas e Erenices</title><content type='html'>Neste momento de crise, quando tudo parece efêmero, incerto; quando tudo vacila, torna-se duvidoso e está em vias de desaparecer, constato que a intelectualidade, impedida de reconhecer a falência das verdades que difundia anteriormente, passa a afirmar que o dado fundamental da realidade e existência humana é constituído de irracionalismo e incondicional relativismo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Inspirado  nas notícias da semana... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-588970167248882758?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/588970167248882758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=588970167248882758&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/588970167248882758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/588970167248882758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2010/09/sobre-dilmas-e-erenices.html' title='Sobre Dilmas e Erenices'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-1960479463724608384</id><published>2010-09-01T01:01:00.000-07:00</published><updated>2010-09-01T01:02:21.276-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lei de mau gosto'/><title type='text'>Lei de mau gosto</title><content type='html'>&lt;span class="z19Dle" id="col-z12nybyzmyetxtpbl04cgxrzaoyaefmwgvo0k"&gt;&lt;span class="zo"&gt;O TSE nao tinha proibido humor na politica???? &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=nY4pEN_--84." class="ot-anchor"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=nY4pEN_--84." class="ot-anchor"&gt;http://www.youtube.c&lt;wbr&gt;om/watch?v=nY4pEN_--&lt;wbr&gt;84.&lt;/a&gt;..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Tendi... pode soh se for de pessimo gosto...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Ia dm2Ocf"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-1960479463724608384?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/1960479463724608384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=1960479463724608384&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/1960479463724608384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/1960479463724608384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2010/09/lei-de-mau-gosto.html' title='Lei de mau gosto'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-2460446373404412389</id><published>2010-08-12T12:33:00.000-07:00</published><updated>2010-08-12T12:33:16.833-07:00</updated><title type='text'>Ciência do Início da Vida (CIV) na Globo News - Entrevista com Dra. Elea...</title><content type='html'>&lt;object style="background-image: url(http://i4.ytimg.com/vi/_Rkcch0WhQQ/hqdefault.jpg);" height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_Rkcch0WhQQ?fs=1&amp;amp;hl=en_US"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_Rkcch0WhQQ?fs=1&amp;amp;hl=en_US" allowscriptaccess="never" allowfullscreen="true" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-2460446373404412389?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/2460446373404412389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=2460446373404412389&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/2460446373404412389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/2460446373404412389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2010/08/ciencia-do-inicio-da-vida-civ-na-globo.html' title='Ciência do Início da Vida (CIV) na Globo News - Entrevista com Dra. Elea...'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-7861385343202824730</id><published>2010-08-03T06:13:00.000-07:00</published><updated>2010-08-03T06:15:30.648-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para que serve a lei?'/><title type='text'>O outro lado da história - Eliza e Bruno</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  border-collapse: collapse; font-family:arial, sans-serif;font-size:13px;"&gt;Artigo publicado no Correio Braziliense, caderno opinião, pág 13, 02.08.2010.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Margareth Arilha&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pesquisadora do Núcleo de Estudos de População (NEPO) da Unicamp e membro da comissão de cidadania e reprodução.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Eliza Samudio e o goleiro Bruno Fernandes engravidaram. Sim, porque na verdade, Eliza não realizou uma fertilização in vitro, com ajuda de um banco de esperma. O que aconteceu foram relações sexuais desprotegidas entre Eliza e Bruno. Ao menos uma, que terminou gerando uma gravidez. Talvez deseja por Eliza e inoportuna para Bruno.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Pouco depois de saber da gestação, em 13 de outubro, conforme registro policial, Eliza procurou uma delegacia da mulher, no Rio de Janeiro, para relatar que teria sido ameaçada por Bruno e forçada a ingerir Cytotec. (...) &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;O caso de Bruno e Eliza aponta para outros aspectos, tais como a existência e mau uso do misoprostol no Brasil, embora não tenha ficado claro se a jovem fez realmente uso do medicamento(...) O fato é que não existem chás comprovadamente abortivos e, por outro lado, o misoprostol, quando devidamente utilizado, é altamente eficaz. Essas informações são de conhecimento geral da comunidade científica, apoiadas pela OMS e reconhecidas pelo MS, que inclui o medicamento em sua lista básica. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Estamos longe , contudo, de fornecer às mulheres informações corretas sobre o uso desse medicamento como já ocorre em outros países.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt; Há regulamentações do MS, produzidas no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que permitem apenas o uso obstérico e hospitalar do medicamento.&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; Isso empurra as mulheres para uma situação de consumo em contextos de vulnerabilidade&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;, já que a regulamentação precisa ser revisada em nosso país. Enquanto isso, tentativas de abortamento poderão ser mal realizadas e terminarão gerando ônus enorme para os cofres públicos, ou seguirem como gestações indesejadas.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Já há em nosso país evidências suficientes para mostrar que as mulheres precisam do aborto legalizado e, assim como dispoõe nossa constituição, ter acesso a todo progresso científico realizado. O acesso ao misoprostol é um deles. &lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A legislação atual&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;, que apenas contempla o aborto em casos de risco de vida da mãe ou quando a gravidez é resultado de estupro, já se mostrou &lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;mais do que caduca&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;, não havendo mais sentido sua permanência no &lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Código Penal, datado de 1940&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;, e&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; totalmente inútil como mecanismo de barreira para a ação ética, moral e cotidiana das mulheres que abortam com ou sem lei, pagando muitas vezes com a morte por suas decisões sexuais reprodutivas.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-7861385343202824730?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/7861385343202824730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=7861385343202824730&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/7861385343202824730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/7861385343202824730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2010/08/para-que-serve-lei.html' title='O outro lado da história - Eliza e Bruno'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-3614716094711044168</id><published>2010-01-13T07:26:00.000-08:00</published><updated>2010-01-13T07:28:14.184-08:00</updated><title type='text'>O guia</title><content type='html'>ADAMS,  Douglas.  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O guia do mochileiro das galáxias:  volume um da trilogia de cinco.&lt;/span&gt;  Rio de janeiro:  sextante, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro da dicas divertidas de como ignorar gente que insiste em ser chata, diz que podiam ser “transformadas em uma nuvenzinha de hidrogênio,  oxigênio e carbono”, ao menos seriam mais simpáticas  Mas a melhor de todas é:  NAO ENTRE EM PANICO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma passagem muito bacana que e uma metáfora da vida real:  a importância e relevância da toalha para um mochileiro das galáxias:  ...  “Porem o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha.  Por algum motivo,  quando um estrito (não-mochileiro)  descobre que um mochileiro tem uma toalha,  ele automaticamente conclui que ele tem também tem  escova de dentes,  esponja,  sabonete,  lata de biscoitos,  garrafinha de aguardente,  bússola,  mapa,  barbante,  repelente,  capa de chuva,  traje espacial,etc..  Alem disso,  o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos,  ou muitos outros,  que o mochileiro por acaso  tenha  ‘perdido’.   O  que  o  estrito  vai  pensar  é  que,   se  um  sujeito  é  capaz  de  rodar  por  toda  a  galáxia,   acampar,   pedir  carona,   lutar  contra  terríveis  obstáculos,   dar  a  volta  por  cima  e  ainda  assim  saber  onde  está  a  sua  toalha,   esse  sujeito  claramente  merece  respeito.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma clara referencia a Thomas Hobbes,  O Leviatã, o autor faz outra metáfora da origem do poder e do funcionamento das representações dos governos(qualquer referencia ao nosso,  tanto distrital quanto federal pode e deve ser feita...):&lt;br /&gt;“Presidente:  nome oficial do cargo e presidente do Governo Imperial Galático.  O termo imperial é mantido embora seja atualmente um anacronismo.  O imperador hereditário está quase morto há muitos séculos.  Nos últimos instantes do seu coma,  ele foi colocado num campo de estase,  que o mantém num estado de imutabilidade perpétua.  Todos os seus herdeiros já morreram,  o que significa que,  sem ter havido nenhuma grande convulsão política,  o centro do poder foi deslocado de forma simples e eficaz para escalões inferiores,  sendo agora aparentemente atribuição de um órgão cujos membros antes atuavam como simples conselheiros do imperador - uma assembléia governamental eleita,  chefiada por um presidente eleito por ela.  Na verdade,  não é aí que está o poder, em absoluto.&lt;br /&gt;O presidente,  em particular,  é simplesmente uma figura pública,  não detem nenhum poder.  Ele é aparentemente escolhido para o governo,  mas as qualidades que ele deve exibir,  nada tem a ver com liderança.  Ele deve possuir um sutil talento para provocar indignação.  Por esse motivo,  o presidente é sempre uma figura polemica,  sempre uma personalidade irritante,  porém fascinante ao mesmo tempo.  Não cabe a ele exercer o poder,  e sim desviar a atenção do poder.  Com base nesses critérios,  Zaphod Bleebebrox é o melhor presidente que a galáxia já teve - pois passou dois anos na cadeia,  condenado por fraude.  Pouquíssimas pessoas sabem que o presidente e o governo  praticamente não tem nenhum poder,  e,  dessas pouquíssimas pessoas,  apenas seis sabem onde é,  de fato,  exercido o verdadeiro poder político,  A maioria das outras,  está convencida de que,  em ultima instância,  o poder é exercido por um computador.  Elas não poderiam estar mais erradas.””&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro trecho o livro mostra uma saída estratégica para quando as coisas dão errado:  desaparecer numa nuvenzinha de lógica,  o próprio Deus fez isso quando tentou provar que existia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afirma que as pessoas,  principalmente cientistas,  quando não admitem as coisas de jeito nenhum,  é em parte porque as coisas são uma avacalhação com a ciencia mesmo e em parte porque os cientistas não são convidados para as festas... Deve haver muita verdade nisso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leitura e extremamente divertida,  em uma tarde devora-se o livro,  na fnac vi os demais,  vem todos juntos numa caixinha linda e convidativa...  Mando noticias das galáxias...:)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-3614716094711044168?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/3614716094711044168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=3614716094711044168&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3614716094711044168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3614716094711044168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2010/01/o-guia.html' title='O guia'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-2657845747519510662</id><published>2009-12-16T10:52:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T10:54:29.294-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polícia para quem precisa'/><title type='text'>A política e a polícia truculentas do DF</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.unb.br/noticias/unbagencia/artigo.php?id=219"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Artigo do prof. Cristiano Paixão sobre a ação policial durante as manifestações dos estudantes na CLDF.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.unb.br/noticias/unbagencia/artigo.php?id=219&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Dilema da ação política&lt;br /&gt;Cristiano Paixão&lt;br /&gt;&lt;a style="outline: none" onclick="changeFont('-')" href="javascript:void(0);"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="outline: none" onclick="changeFont('+')" href="javascript:void(0);"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Nos últimos dias, dois golpes foram desferidos contra a ética no Distrito Federal. O primeiro deles veio com a Operação Caixa de Pandora, que desvelou, em vídeos constrangedores, as condutas mais condenáveis praticadas por expressiva parcela dos agentes políticos do DF. O segundo golpe decorre do primeiro e tem conseqüências igualmente nefastas: trata-se da severa repressão lançada sobre os manifestantes anti-Arruda nos dias 8 e 9 de dezembro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;No dia 8, foi executada decisão da 1ª Vara da Fazenda Pública do DF, que determinou a desocupação imediata das instalações da Câmara Legislativa, até então tomada por manifestantes contrários aos atos de corrupção, que reivindicavam o afastamento do governador. No dia 9, uma passeata procurou interferir no tráfego do Eixo Monumental. O resultado foi uma ação desproporcional, violenta e arbitrária da Polícia Militar, com prisões e agressões aos participantes do evento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Se esses dois episódios forem analisados em conjunto, eles revelarão que boa parte do aparato institucional do Distrito Federal – incluindo-se setores do Poder Judiciário – foi responsável pela supressão de um dos direitos civis mais básicos, que é inerente a qualquer democracia: o direito de protestar. E o que é pior: nos dois casos, os protestos foram organizados por estudantes, o que significa afirmar que a repressão atingiu a população jovem do DF.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Voltemos aos dois eventos. No primeiro deles, a decisão judicial que ordenou a reintegração de posse determinou a imediata desocupação das instalações da Câmara Legislativa e proibiu a entrada, naquele prédio, de “toda e qualquer pessoa estranha aos serviços da casa”. A decisão não parou aí: apenas “parlamentares e funcionários” poderiam ingressar na Câmara. O que chama a atenção é a abrangência da ordem judicial. Se ela fosse cumprida à risca, nenhum cidadão poderia ter acesso à Câmara Legislativa (seus corredores, suas galerias, seus gabinetes), se não fosse servidor ou deputado distrital. Para abrandar as conseqüências de decisão tão singular, a OAB-DF impetrou habeas corpus e obteve salvo-conduto do Tribunal de Justiça do DF.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;No segundo caso, a brutalidade da polícia conseguiu superar os padrões mais vergonhosos da história política brasiliense. Nem nos idos de 1984, durante as “medidas de emergência” decretadas pelo presidente João Figueiredo e executadas com orgulho pelo general Newton Cruz, a polícia foi tão violenta. O máximo que o general Cruz poderia fazer, ao menos em público, era golpear os carros que buzinavam em apoio às Diretas Já e anotar suas respectivas placas, além, é claro, de bradar ordens do alto de sua cavalaria (ordens essas que eram desobedecidas pelos motoristas, que continuavam a buzinar). Ali se via o crepúsculo do regime militar: tropas do Exército que procuravam inutilmente deter o curso da política e o exercício da cidadania. O episódio entrou para a história como um dos mais patéticos do período ditatorial. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A polícia do Governo Arruda, por outro lado, nada tem de patética. Ela é bem armada, violenta e muito mais descontrolada que as tropas do general Cruz. Utilizou armamento pesado, colocou seus cavalos para pisotear cidadãos, disparou balas de borracha, agrediu vários estudantes e não parou enquanto não fosse eliminado todo e qualquer foco de manifestação. No dia seguinte, nenhum pedido de desculpas, nenhuma demissão dos oficiais que comandaram a operação, nenhum reconhecimento dos excessos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Essas duas ações repressivas desmesuradas podem gerar uma consequência indesejável: o desencanto pela política. Os estudantes e militantes que se mobilizaram para ocupar a Câmara Legislativa e protestar no Eixo Monumental escolheram dois lugares repletos de significado: a sede do Poder Legislativo e a via pública em frente ao Palácio de Governo do DF (ainda que o Buriti não seja mais o centro do poder administrativo, ele ainda simboliza o Executivo local). Ao escolher esses locais, eles demonstraram acreditar na política, na medida em que suas ações tinham como objetivo obter o apoio da população para a sua pauta de reivindicações. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Essas reivindicações eram: impeachment, renúncia coletiva, abertura de processos de perda de mandato. Todos esses institutos estão previstos na Constituição e nas leis. Todos eles reafirmam o regime democrático. Todos eles demonstram a crença no voto – afastados aqueles que não honraram seus respectivos mandatos, novas eleições serão realizadas.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Quando as forças de segurança se dirigem de modo tão determinado contra esses jovens manifestantes, elas acabam (conscientemente ou não) alijando toda uma geração da luta política. O desencanto se aprofunda. O ceticismo em relação à democracia se confirma. A política se esvai como forma de reivindicação, e com ela se perde a referência aos locais em que a cidadania, desde sempre, exerceu sua voz: os palácios e as ruas. Devemos então indagar: se a população não pode dirigir-se ao Legislativo e tampouco protestar na via pública, onde ela irá se manifestar? Como ela poderá combater os desvios éticos de seus governantes? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Cabe à atual geração construir alternativas, com ações concretas e criativas. A geração pós-Diretas, pós-Constituinte e pós-impeachment de Collor se vê agora com a tarefa de encontrar novas formas de reivindicação e luta. Mesmo que, para tanto, seja obrigada a provocar a desordem. Afinal de contas, como lembrado por Edgar Morin, um dos aspectos da desordem é aquilo que chamamos liberdade.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-2657845747519510662?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/2657845747519510662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=2657845747519510662&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/2657845747519510662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/2657845747519510662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/12/politica-e-policia-truculentas-do-df.html' title='A política e a polícia truculentas do DF'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-418081507857171894</id><published>2009-10-18T20:15:00.001-07:00</published><updated>2009-10-18T20:42:52.453-07:00</updated><title type='text'>Que que ele disse?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;SOARES, Ribamar. &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;A maioridade penal no Brasil e em outros países.&lt;/i&gt; Nota técnica divulgada pela consultoria legislativa em fevereiro de 2006.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O autor afirma que a maioridade penal é regra pertinente à cláusula pétrea, impedindo sua modificação via emenda constitucional. Demonstra, além disso, que se trata de uma regra corroborada por tratados internacionais que, ao serem ratificados e aprovados pelo Congresso Nacional, passam a ter força de lei ordinária, podendo haver modificação até mesmo por outra lei ordinária. – Apesar de ser explicitamente contrário a que os tratados tenham hierarquia superior à da Constituição no país.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A questão da legislação, no entanto, é colocada em segundo plano, vez que o autor estabelece que o mérito do problema &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;está em demonstrar que o menor de 18 anos é capaz de entender o caráter criminoso da conduta praticada. Cita numerosos exemplos de outros países: Iraque, Inglaterra, Turquia, dentre outros, onde o cidadão possui capacidade em distintas idades.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O texto expõe, por último, que a questão discutida no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça e Redação é se o art 228 da CF constitui ou não cláusula pétrea.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ao ler o texto, fiquei pensando que quando se escreve sobre uma questão tão complexa, é necessário amparar-se sobre bases científicas sólidas. Pode-se pedir auxílio da Psicologia, da Medicina; utilizar-se da legislação para amparar o ponto de vista exposto... No entanto, o mundo jurídico parece impregnado de opiniões vazias, supostamente corroboradas por um discurso pseudo-científico que se baseia unicamente nos artigos da CF. Sequer analisa-se a intenção do legislador.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Fosse eu seguir as lições de professor querido e calcular o valor da página, na minha modesta opinião, estaria o autor me devendo pela leitura do artigo...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-418081507857171894?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/418081507857171894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=418081507857171894&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/418081507857171894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/418081507857171894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/10/que-que-ele-disse.html' title='Que que ele disse?'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-1830295160971496825</id><published>2009-10-07T17:17:00.000-07:00</published><updated>2009-10-07T17:18:14.789-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Criança não é bicho de estimação'/><title type='text'>Fábula para meninos</title><content type='html'>Fábula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Cuidado atravessou um rio, viu ele terra em forma de barro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meditando, tomou parte dela e começou a dar-lhe forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto medita sobre o que havia criado, aproxima-se Júpiter e o Cuidado lhe pede que dê espírito a esta figura esculpida com barro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidado quis dar seu nome a sua figura, Júpiter o proibiu e exigiu que lhe fosse dado o seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantou-se também a Terra e desejou que à figura fosse dado o seu nome já que ela tinha-lhe oferecido uma parte de seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saturno foi o Juiz e deu a seguinte sentença:&lt;br /&gt;- Tu, Júpiter, porque deste o espírito, receberás na sua morte o espírito;&lt;br /&gt;tu, Terra, porque lhe presenteaste o corpo, receberás o corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas porque o Cuidado por primeiro formou esta criatura, irá o Cuidado possuí-la enquanto ela viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como, porém, há discordância sobre o nome, irá chamar-se “homo” já que é feita de “húmus”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta alegoria representa a idéia de que o “cuidado” possui ou deva possuir o homem enquanto ele viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É essa a doutrina que fundamenta o Estatuto da Criança e do Adolescente: o princípio do Cuidado como um fundamental valor jurídico, isto é, da proteção integral e de ações que sempre tenham por objetivo o melhor interesse da criança&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-1830295160971496825?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/1830295160971496825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=1830295160971496825&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/1830295160971496825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/1830295160971496825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/10/fabula-para-meninos.html' title='Fábula para meninos'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-5136018969085056049</id><published>2009-10-01T15:43:00.001-07:00</published><updated>2009-10-01T15:59:37.986-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exploração /'/><title type='text'>Explicando exploração do homem pelo homem</title><content type='html'>Artigo do Dr. Paulo Roberto de Almeida, sobre a falácia do mito da exploração capitalista. Em tempo, ele fala de sociedades históricas, ou seja,  sociedades organizadas com base em relações de dominação política e de exploração do trabalho produtivo, e olha com lentes precisas as sociedades socialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí vai o Link: &lt;a href="http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/8068/4581"&gt;http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/8068/4581&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí vai o um tira-gosto:&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Falácias acadêmicas, 12:o mito da exploração capitalista&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Paulo Roberto de Almeida*&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Resumo: Considerações de natureza sociológico-histórica sobre a realidade da exploração nas sociedades humanas, em especial nas sociedades capitalistas, e crítica dafalácia alegadamente marxista de que as sociedades socialistas conseguiriam eliminar a exploração, que pode ser considerada como a base do desenvolvimento material e do progresso tecnológico de toda e qualquer sociedade humana. Trata-se de uma leitura realista sobre uma instituição tão velha quanto a própria humanidade e coetânea da natureza social do trabalho humano, ele mesmo sinônimo de capital. A maior parte dariqueza social acumulada pelas sociedades mais prósperas é constituída por capital intelectual, que nada mais é do que trabalho acumulado, como aliás já tinha sido afirmado por Marx.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Palavras-chave: Exploração; sociedades capitalistas; socialismo; teoria marxista&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-5136018969085056049?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/5136018969085056049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=5136018969085056049&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/5136018969085056049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/5136018969085056049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/10/explicando-exploracao-do-homem-pelo.html' title='Explicando exploração do homem pelo homem'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-9182329223273354308</id><published>2009-09-30T18:39:00.000-07:00</published><updated>2009-09-30T18:42:07.416-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Porcaria de empresa'/><title type='text'>Cada um compra o que merece!</title><content type='html'>Tá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então deixa eu falar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou da política de boicote à empresas que se utilizam da miséria humana ou animal pra ganhar dinheiro.&lt;br /&gt;Do meu suado dinheirinho não sai nem uma moedinha de R$ 0,05 pra esse povo.&lt;br /&gt;NÃO COMPRE: &lt;a href="http://www.vestergaard-frandsen.com/" target="_blank"&gt;Vestergaard Frandsen&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No site, vai lá, pode ver, eu não estou inventando nada.&lt;br /&gt;Repare nas fotos promocionais. Todos felizes, uma beleza...&lt;br /&gt;Trata-se de uma EMPRESA, que obtém lucro com a miséria dos povos mais necessitados do planeta!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você encontrar alguma AÇÃO SOCIAL,&lt;br /&gt;algum patrocínio de  PESQUISA DE VACINA,&lt;br /&gt; CAMPANHA MUNDIAL PARA EXIGÊNCIA DA MELHORA DAS CONDIÇÕES DE VIDA, qualquer coisa do gênero,  realizada por essa EMPRESA,  em algum desses países, me avise, por favor!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhe bem &lt;a href="http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&amp;amp;sl=en&amp;amp;tl=pt&amp;amp;u=http%3A%2F%2Fwww.vestergaard-frandsen.com%2F"&gt;o código de conduta&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Veja se vc encontra alguma citação à melhora de condições de vida das populações “consumidoras” do produto da empresa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O produto é fabricado nos países consumidores (seria um meio de diminuir a diferença social, tão enfatizada na política da empresa)?&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Não!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A empresa se opõe à situação nos países “ consumidores” ? &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Não!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A empresa tem relações diretas com os governos irresponsáveis dos países consumidores??? &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sim, os&lt;/span&gt; governos subsidiam a compra do produto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;NÃO COMPRO(E)! NÃO COMPRO(E) E NÃO COMPRO(E) MESMO!!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pérolas retiradas do site!&lt;br /&gt;* Vestergaard Frandsen foi fundada em 1957 e desde então tem evoluído para uma &lt;em&gt;multinacional líder&lt;/em&gt;. (&lt;a href="http://www.vestergaard-frandsen.com/"&gt;http://www.vestergaard-frandsen.com/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* LifeStraw ® e família LifeStraw ® são ponto de utilizar ferramentas de filtragem de água que &lt;em&gt;minimizem o risco&lt;/em&gt; de doenças diarréicas.&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.vestergaard-frandsen.com/"&gt;http://www.vestergaard-frandsen.com/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* ... modelo de NEGÓCIO Humanitário de Empreendedorismo &lt;em&gt;???? AJUDA HUMANITÁRIA VIROU NEGÓCIO??? Me explica gente....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-9182329223273354308?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/9182329223273354308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=9182329223273354308&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/9182329223273354308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/9182329223273354308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/09/cada-um-compra-o-que-merece.html' title='Cada um compra o que merece!'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-1471899774905158558</id><published>2009-09-14T17:20:00.001-07:00</published><updated>2009-09-14T17:20:42.764-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='moderno?'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Habermas'/><title type='text'>Habermas no Correio Braziliense, dia 09.09.09</title><content type='html'>HABERMAS: POTÊNCIA MUNDIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barbara Freitag&lt;br /&gt;Em 18 de junho último, Jürgen Habermas, o filósofo alemão, herdeiro da teoria crítica da escola de Frankfurt, completou 80 anos de idade. Nessa data, o semanário liberal Die Zeit dedicou –lhe amplo dossiê com uma manchete de primeira página, intitulada “Weltmacht Habermas”, que em tradução aproximada seria algo como “Habermas: potência mundial”.&lt;br /&gt;O jornal regional Süddeutsche Zeitung, editado em Munique, foi um pouco mais modesto, saudando-o no dia de seu aniversário com a Manchete: “Maior do que a República Federal” e acrescentando no subtítulo: “Felicitamos não um filósofo de Estado, mas um teórico e prático da esfera pública.”&lt;br /&gt;O jornal conservador de Frankfurt faz perguntou em artigo de página inteira: “Quem fala quando Jürgen H. fala? A guerra civil semântica continua.” A rádio Vaticano lembrou seu diálogo sobre Razão x religião (2004) com o então cardeal Ratzinger, hoje papa Bento XVI, entrevistando o Dr. Florian Schüller, que organizara o encontro entre o teólogo e o filósofo, identificando-o como o “sismógrafo do nosso tempo”.&lt;br /&gt;A Folha de São Paulo, em entrevista com o filósofo alemão, publicada no caderno mais (9/11/2008), intitulada “Habermas e a crise mundial”, logo após a eleição de Barak Obama para a presidência dos EUA, destaca sua visão da crise quando afirma que essa nação continua sendo “potência mundial”. A revista Cult (n. 136) de junho último dedicou dossiê “Habermas, 80 anos ao pensador da razão pública”, dando voz e vez a vários autores brasileiros, comentando a obra de Habermas. Em meados de setembro, a UFPB patrocinará o Congresso Internacional Habermas 80 anos, ao qual afluirão intérpretes da obra de Habermas do mundo e do Brasil.&lt;br /&gt;Por essa relação esporádica e incompleta de manifestações e honrarias em torno do aniversariante, fica evidente que não estamos diante de uma pessoa qualquer nem mesmo de um filósofo de fama quer nem mesmo de um filósofo de fama com uma obra imensa. O que se reflete na imprensa internacional e nacional é a admiração por um pensador que é mais do que um profissional das ideias. Trata-se de um verdadeiro Weltbürger: cidadão do mundo, cuja opinião sobre tudo que acontece neste mundo tem peso e repercussão. Isso faz dele um intelectual no sentido sarteano, ou seja, aquele cidadão que participa de tudo que acontece de importante, catastrófico, aceitável e inaceitável no mundo. Mesmo não sendo chamado para opinar, mesmo não sendo um técnico e especialista, Habermas opina e julga como cidadão. É assim que é visto pelos colegas, amigos e inimigos que participaram dos muitos panegíricos, como foi o caso de Richard Sennett, Ronald Dworkin, Charles Taylor, Thomas Assheuer, Axel Honneth, Ahmet Cigdem,Christina Lafont e tantos outros. Segundo esta, “qualquer criança conhece o nome de Habermas” na Espanha. Isso porque ele é estudado nos ginásios na disciplina de filosofia, obrigatória no segundo grau.&lt;br /&gt;De minha parte, gostaria de dar destaque pelo menos três aspectos da vida de obra de Habermas: seu peso teórico, seu engajamento político, sua discrição midiática, apesar das honrarias e badalações. E, nisso, não sou a única...&lt;br /&gt;Seu engajamento político manifestou-se desde suas primeiras críticas a Heidegger, não por este ter-se envolvido com o nazismo (manifesto em sua conferência como reitor de Freiburg), mas por nunca ter-se retratado depois da Segunda Guerra Mundial, até o importante Historikerstreit, sua disputa com os historiadores que se preocuparam em banalizar Auschiwtz ou até mesmo a negá-lo. Mais recentemente, levantou a voz contra a manipulação genética do genoma (inseminação artificial e transplante de ógãos) sem respeitar regras e preceitos morais discursivamente acordados entre os manipuladores e os manipulados.&lt;br /&gt;Em minhas entrevistas com o filósofo realizadas em Frankfurt (universidade), Starnberg (sua residência) E São Paulo (USP), ele deixou claro que, acima de todas as considerações personalísticas e midiáticas, seu interesse exclusivo volta-se para temas relevantes de hoje: a defesa do meio ambiente, o direito das mulheres, o combate ao terrorismo, a luta por uma democracia mundial capaz de superar o provincialismo e de defender os direitos do indivíduo e da humanidade como um todo. É o homem e o filósofo manifestando-se como “potência mundial”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-1471899774905158558?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/1471899774905158558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=1471899774905158558&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/1471899774905158558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/1471899774905158558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/09/habermas-no-correio-braziliense-dia.html' title='Habermas no Correio Braziliense, dia 09.09.09'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-3265476913545270119</id><published>2009-09-04T17:19:00.000-07:00</published><updated>2009-09-04T17:22:17.485-07:00</updated><title type='text'>Hino Nacional para loiras</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Pois então!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que esculhambou, aí vai, que é pra todo mundo saber cantar bonito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=r2U76evGB3Q"&gt;Nós&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pro meu cunhado não ficar falando que eu "pago pau de gringa", eu mostro a cobra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=e1CmKRpqa_E"&gt;Eles&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-3265476913545270119?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/3265476913545270119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=3265476913545270119&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3265476913545270119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3265476913545270119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/09/hino-nacional-para-loiras.html' title='Hino Nacional para loiras'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-4742845153545541961</id><published>2009-08-28T14:29:00.000-07:00</published><updated>2009-08-28T14:30:14.723-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biblioteca Free Hans Kelsen'/><title type='text'>Teoria Pura do Direito</title><content type='html'>Um dia eu leio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.scribd.com/doc/6841877/Hans-Kelsen-Teoria-Pura-Do-Direito"&gt;http://www.scribd.com/doc/6841877/Hans-Kelsen-Teoria-Pura-Do-Direito&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-4742845153545541961?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/4742845153545541961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=4742845153545541961&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/4742845153545541961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/4742845153545541961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/08/teoria-pura-do-direito.html' title='Teoria Pura do Direito'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-1684417403644842260</id><published>2009-08-23T17:58:00.001-07:00</published><updated>2009-08-23T17:58:30.261-07:00</updated><title type='text'>Eu vou tirar você de mim</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51); font-size: 11px; "&gt;Eu vou tirar do dicionário&lt;br /&gt;A palavra você&lt;br /&gt;Vou trocar-lá em miúdos&lt;br /&gt;Mudar meu vocabulário&lt;br /&gt;e no seu lugar&lt;br /&gt;vou colocar outro absurdo&lt;br /&gt;Eu vou tirar suas impressões digitais&lt;br /&gt;da minha pele&lt;br /&gt;Tirar seu cheiro&lt;br /&gt;dos meus lençóis&lt;br /&gt;O seu rosto do meu gosto&lt;br /&gt;Eu vou tirar você de letra&lt;br /&gt;nem que tenha que inventar&lt;br /&gt;outra gramática&lt;br /&gt;Eu vou tirar você de mim&lt;br /&gt;Assim que descobrir&lt;br /&gt;com quantos "nãos" se faz um sim&lt;br /&gt;Eu vou tirar o sentimento&lt;br /&gt;do meu pensamento&lt;br /&gt;sua imagem e semelhança&lt;br /&gt;Vou parar o movimento&lt;br /&gt;a qualquer momento&lt;br /&gt;Procurar outra lembrança&lt;br /&gt;Eu vou tirar, vou limar de vez sua voz&lt;br /&gt;dos meus ouvidos&lt;br /&gt;Eu vou tirar você e eu de nós&lt;br /&gt;o dito pelo não tido&lt;br /&gt;Eu vou tirar você de letra&lt;br /&gt;nem que tenha que inventar&lt;br /&gt;outra gramática&lt;br /&gt;Eu vou tirar você de mim&lt;br /&gt;Assim que descobrir&lt;br /&gt;com quantos "nãos" se faz um sim&lt;br /&gt;"Tudo que você disser&lt;br /&gt;deve fazer bem&lt;br /&gt;Nada que você comer&lt;br /&gt;deve fazer mal"&lt;br /&gt;"Eu quero as mulheres&lt;br /&gt;que dizem sim&lt;br /&gt;E quem não tem vergonha&lt;br /&gt;de ser assim?"&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-1684417403644842260?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/1684417403644842260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=1684417403644842260&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/1684417403644842260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/1684417403644842260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/08/eu-vou-tirar-voce-de-mim.html' title='Eu vou tirar você de mim'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-7198306446941174865</id><published>2009-08-23T12:30:00.000-07:00</published><updated>2009-08-23T12:33:23.344-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teoria  dos  jogos.Estado  normativo'/><title type='text'>ultimasleituras</title><content type='html'>Da leitura do artigo de POSNER, Eric, Símbolos. Revista de Direito GV.  Sao Paulo,  p.  231-268.  Jan-jun 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que os símbolos importam?  Porque a atitude manifesta de uma pessoa em relação aos símbolos diz aos outros algo sobre o seu caráter...  e o respeito a eles faz surgir as normas sociais.  O objetivo do autor e analisar o efeito da intervenção estatal nos comportamentos simbólicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio da teoria dos jogos,  e ele explica detalhadamente a teoria,  comprova que: &lt;br /&gt;1.  O Estado pode alterar os custos de uma sinalização,  onerando ou premiando determinados comportamentos. -O autor atribui o nome de efeito comportamental da lei a esse fenômeno-&lt;br /&gt;2.  O Estado pode mudar os ganhos de cooperação entre receptores e emissores de determinado símbolo, pois a lei poderia mudar os custo de enviar um determinado sinal, pode modificar a recompensa na emissão,  pode mudar a recompensa de um empresário normativo em construir um sinal.  Em geral, quanto maiores os ganhos do emissor com a colaboração,  maiores serão os incentivos para colaborar e não ser  trapaceiro.  O autor afirma que Os quatro efeitos juntos podem produzir uma mudança no equilíbrio o comportamento das pessoas nesse novo estado de equilíbrio representa o efeito comportamental da lei;  as crenças nesse equilíbrio representam o efeito hermenetuco da lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor usa a expressão EMPRESARIO NORMATIVO,  cunhada por Cass R. Sustein para designar os indivíduos interessados em liderar processos de mudanças das normas sociais.  Exemplifica a atuação desses EN na fabricação de sinais indicando que no entanto,  são raros.  Justifica a fabricação historicamente:A historia nos fornece um bom numero de pontos focais:  indivíduos dotados de autoridade abrem espaço para que os cidadãos organizem-se em torno deles. Eles propõem sinais;  os cooperadores usam os sinais que aparentam ser os mais adequados para equilibrara, haverá confusão e desse estado poderá nascer uma agregação de participantes junto a um sinal e este fato gera benefícios que fluirão na direção do EN que o propôs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado atua portanto e se quiser como EN. Assim, o texto sugere que a intervencao estatal nos comportamentos seja desejável.  Os empresarios normativos (demais?),  proporiam novos símbolos,  com efeitos imprevisíveis(?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser um empresário normativo,  e preciso apresentar fatos e comprovações ainda que não sejam verdadeiras,  que comprovam a tese.  Alguém poderia acusar outro,  por exemplo,  por um mínimo,  fazendo com que esse mínimo parecesse grandioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ...Pode ser que sim,  pode ser que não...  não sei ou entendi exatamente quais fatores poderiam indicar esse movimento positivo.  E o autor não ajuda na resposta a essa duvida,  pois afirma que e impossível prever o efeito comportamental de uma lei e também,  que e impossível prever o efeito hermenetuico de uma lei.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-7198306446941174865?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/7198306446941174865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=7198306446941174865&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/7198306446941174865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/7198306446941174865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/08/ultimasleituras.html' title='ultimasleituras'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-4302882162591159804</id><published>2009-08-14T07:30:00.000-07:00</published><updated>2009-08-14T07:31:43.311-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arruda planta'/><title type='text'>Da visita do governador</title><content type='html'>No final de semana passado,&lt;br /&gt;pela primeira vez,&lt;br /&gt;o governador do DF apareceu no meu bairro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez,&lt;br /&gt;na mesma semana,&lt;br /&gt;tive medo de andar sozinha na rua...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu bairro:&lt;br /&gt;O posto policial tem 2 policiais,&lt;br /&gt;não tem viatura e&lt;br /&gt;fica no lugar mais iluminado.&lt;br /&gt;A parada de ônibus fica no completo breu e mergulhada na poeira,&lt;br /&gt;o comércio invade as ruas.&lt;br /&gt;Não há calçadas,&lt;br /&gt;não há ciclovias,&lt;br /&gt;o transporte público é precário,&lt;br /&gt;as casas estão cercadas.&lt;br /&gt;Não há escolas,&lt;br /&gt;não há posto de saúde,&lt;br /&gt;não há creches.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso me atrapalha:&lt;br /&gt;eu ando de carro,&lt;br /&gt;os meninos estudam em boas escolas,&lt;br /&gt;a casa é cercada de segurança privada,&lt;br /&gt;tudo em volta de mim é bem iluminado e&lt;br /&gt;ninguém está doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governador esteve no condomínio onde moro.&lt;br /&gt;Muito bem recebido, discursou, abraçou os meus vizinhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é preciso espreitar a realidade:&lt;br /&gt;à nossa volta,&lt;br /&gt;todo o caos grita,&lt;br /&gt;MAS NÓS NÃO ESTAMOS OUVINDO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia em que a síndica do condomínio propuser instalar câmaras de "segurança",&lt;br /&gt;todos vão,&lt;br /&gt;satisfeitos,&lt;br /&gt;apoiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste dia,&lt;br /&gt;o governador voltará a ser abraçado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-4302882162591159804?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/4302882162591159804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=4302882162591159804&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/4302882162591159804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/4302882162591159804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/08/da-visita-do-governador.html' title='Da visita do governador'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-4782903831957109048</id><published>2009-07-24T07:52:00.000-07:00</published><updated>2009-07-24T07:54:51.583-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='golpe. Honduras'/><title type='text'>As ditaduras podem voltar</title><content type='html'>Frei beto, hoje - correio braziliense - caderno opiniao.&lt;br /&gt;As ditaduras podem voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frei Betto&lt;br /&gt;Escritor, é autor de Calendário do Poder (Rocco), entre outros livros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os ditadores — de Hitler a Médici, de Batista a Stalin, de Franco a Somoza — passam à história como figuras execráveis, cujos nomes, estigmatizados, se associam às vítimas de seus governos tirânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, Tirano era o comandante da guarda do rei Herodes. Seu nome tornou-se sinônimo de crueldade por se atribuir a ele a execução da ordem real de decapitar, em Belém, todos os bebês, entre os quais estaria Jesus se José e Maria não tivessem fugido com ele para o Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A América Latina carrega em sua história longos períodos de supressão do regime democrático. No século 20, o Brasil conheceu dois: sob o governo Vargas (1937-1945) e sob o regime militar (1964-1985), sem falar dos que governaram sob Estado de Sítio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paradoxo é que todas as ditaduras latino-americanas foram suscitadas, patrocinadas, financiadas e armadas pelo governo dos EUA. Até o mandato de George W. Bush, para a Casa Branca, democracia consistia numa panaceia, mera retórica política. Fala-se que nos EUA nunca houve golpe de Estado porque não há, em Washington, embaixada americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recente golpe em Honduras, que resultou na deposição do presidente Zelaya, democrática e constitucionalmente eleito, coloca o governo Obama frente à hora da verdade. Ao receber a notícia, Hillary Clinton, secretária de Estado, vacilou. Talvez tivesse manifestado apoio aos golpistas se o presidente Obama, em viagem à Rússia, não houvesse reagido em defesa de Zelaya como legítimo mandatário. Ainda assim, os EUA não suspenderam sua ajuda financeira e militar às Forças Armadas hondurenhas, que sustentam o ditador de plantão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política externa da Casa Branca trafega sobre o fio da navalha. Sabe que Zelaya está mais próximo de Chávez que dos falcões norte-mericanos que ainda comandam a CIA. Essa agência, especializada em terrorismo oficial, não foi devidamente saneada por Obama. E, agora, tenta justificar o golpe sob o pretexto, infundado, de que o presidente da Venezuela estaria prestes a remeter comandos militares a Honduras para derrubar os golpistas e devolver o mandato ao presidente Zelaya.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A América Latina conheceu significativos avanços políticos nas últimas duas décadas. Após destronar as ditaduras militares e rechaçar presidentes neoliberais — Collor no Brasil, Menem na Argentina, Fujimori no Peru, Caldera na Venezuela —, demonstra preferência eleitoral por candidatos oriundos de movimentos sociais, dispostos a disputar o espaço das esferas de poder com os tradicionais grupos oligárquicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que o uso do cachimbo entorta a boca. Alguns mandatários, em nome da governabilidade, não têm escrúpulos em fazer concessões a velhos caciques políticos notoriamente corruptos, representantes de feudos eleitorais marcados pela mais extrema pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um líder político de origem progressista se deixa cooptar pela oligarquia conservadora, o que está em jogo, de fato, não é a propalada governabilidade. É a empregabilidade. Perder eleição significa o desemprego de milhares de correligionários que ocupam a máquina do Estado. Nesses tempos de crise financeira não é fácil inserir órfãos do Estado na iniciativa privada. Seria, para muitos, atroz sofrimento perder o cargo e, com ele, as mordomias, tanto materiais — transporte e viagens pagos pelo contribuinte — quanto simbólicas — a aura de autoridade que desencadeia em torno ondas concêntricas de bajulação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-4782903831957109048?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/4782903831957109048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=4782903831957109048&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/4782903831957109048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/4782903831957109048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/07/as-ditaduras-podem-voltar.html' title='As ditaduras podem voltar'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-4173357237720984490</id><published>2009-07-22T17:05:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T17:07:32.092-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Democracia em Honduras. Estado de Direito.'/><title type='text'>Aula de Constitucional - www.tribuneiros.com</title><content type='html'>Reproduzo excelente texto de Carlos Andreazza, em &lt;a href="http://www.tribuneiros.com/2009/07/16/por-que-honduras/"&gt;http://www.tribuneiros.com/2009/07/16/por-que-honduras/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que Honduras?por C.A. - Quinta-Feira, 16 de Julho de 2009, às 14:55&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção: este texto, na verdade um editorial, pretende explicar, por meio de Honduras [da democracia em Honduras], o que é o site Tribuneiros.com, e o que, afinal, estamos fazendo - há 6 anos - aqui. Espero ser bem claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho respondido muito - sempre - aos leitores que me escrevem; no que, creio, faço bem. (E assim seguirei). Agora, de maneira até agressiva [uso o “até” porque agredir por escrito requer algum talento…], recebo de Bruno Marques de Souza, que desconheço, um e-mail que tem por objetivo apontar, com termos típicos de um sindicalista profissional, para a pequenez de nossa insistência - a Tribuneira - em tratar de Honduras,”país insignificante”, quando “no Brasil há coisas muito mais graves em curso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há, não, Bruno. Felizmente. E disto é importante que se saiba: em que pese a insistência de Lula [com sua vocação nata para colocar o presidente acima até da Presidência] por diminuir o Legislativo, ao que muito e decisivamente facilita o próprio parlamento [de Sarney, Renan e outros pizzaiolos], temos aqui uma democracia sólida, que funciona sob a ordem constitucional - e, sobretudo graças ao Judiciário, com equilíbrio entre os Poderes da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos corruptos, canalhas, vigaristas, picaretas, velhacos, vagabundos e o PSOL - temos a corja toda exatamente como tem a Venezuela, o Equador, a Bolívia e, sim, Honduras. Mas aqui, pelos motivos acima expostos, o chavismo não se cria; e nem tenta. (Ainda; e imagino - especulo pelo estilo de teu e-mail - que você, Bruno, esteja ávido pela hora de aderir)…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Honduras, porém, os golpistas de Hugo Chávez, por meio do cafajeste Manuel Zelaya, tentaram - e ainda tentam - atuar, penetrar, ocupar, destruir, solapar o Estado de Direito para instalar a ditadura bolivariana, esta que vai tomando a América Latina e que se vale de elementos isolados da democracia [da democracia direta] para assaltá-la como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honduras, contudo, resiste. E é muito bonito, quero lhe dizer. (É muito bonito, não sei se você alcança, ver algo em que se acredita tanto, em que se aposta tanto, algo por que - na teoria - seríamos capazes de morrer sendo, na prática, ao vivo, plenamente defendido, nas ruas, sob a lei, sob o espírito das leis e à luz da consciência democrática soberana que, sim!, existe no povo, naquele povo). Honduras resiste, caro Bruno. Como nação, como povo disposto a enfrentar as conseqüências de se depor um presidente que queria depor o país, Honduras resiste e caminha - e se prepara para eleger, em novembro, um novo chefe para o Executivo. Honduras resiste à ignorância [à má-fé] da comunidade internacional, que resulta já em sanções econômicas à nação, porque prefere essas às que viriam, muito maiores e duradouras, com o golpe e com a ditadura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honduras disse não a um canalha que a queria pra si - eternamente. Honduras disse não a um canalha que a queria para si e para um tirano como Hugo Chávez. Honduras, caro Bruno, quer-se pra si; para os seus. Honduras sabe, na carne, o que é uma ditadura; e ergueu uma Constituição que não a tolera sequer em pesadelo, sequer em dissimulações torpes. Honduras disse sim à sua Constituição, e é ao lado dela que Honduras está, que ficará; e disse não ao projeto de reeleições infinitas que assolam e corroem, disfarçadas, a democracia da América Latina. Honduras disse não a esse golpe - a esse golpe distraído… Honduras disse não. Não. E é assim que Honduras é, neste momento, a democracia - a democracia inteira, universal. Plena. Honduras é a lei. Honduras defende, com grandeza e sozinha, a posição da democracia na América Latina - e o faz agora. Já. No mundo todo, para o mundo inteiro: Honduras defende a Constituição, uma Constituição universal, o Estado de Direito, um Estado de Direito Universal - e Honduras é o mundo. E não há, Bruno, não há nada maior - nada mais importante - em curso ora no planeta. Neste mundo, neste momento, Honduras é tudo em que, nesta Casa, acreditamos.&lt;br /&gt;Você, caro Bruno, pode ir embora; pode nunca mais voltar. Francamente: não estou nem aí. E não é porque temos milhares de leitores e podemos perder um, dez ou cem; não. É porque seguimos um caminho - coerente. Temos um norte. Não somos oportunistas. Não escrevemos para um grupo, para uma geração, para um partido, para uma cor. Não escrevemos para fulano ou sicrano. Não escrevemos para você. Não escrevo para mim, por mim. Sou independente - somos. Escrevo - e sei que falo em nome do Pim - por uma questão maior, moral, intelectual, por uma questão de responsabilidade, seja lá o que for, chame-a como quiser: escrevo pelo que acreditamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns: dói.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-4173357237720984490?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/4173357237720984490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=4173357237720984490&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/4173357237720984490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/4173357237720984490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/07/aula-de-constitucional.html' title='Aula de Constitucional - www.tribuneiros.com'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-6849699545436035219</id><published>2009-07-01T14:10:00.000-07:00</published><updated>2009-07-01T14:14:01.707-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='+ Gramsci'/><title type='text'>Esclarecendo Gramsci</title><content type='html'>As coisas estão melhorando...&lt;br /&gt;Sites imperdíveis:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/160507/p_100.shtml"&gt;http://veja.abril.com.br/160507/p_100.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/livros/negramsci.htm"&gt;http://www.olavodecarvalho.org/livros/negramsci.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os intelectuais desempenham por isso, na estratégia gramsciana, um papel de relevo. Mas isto não quer dizer que suas idéias sejam importantes em si mesmas, pois, para Gramsci, a única importância de uma idéia reside no reforço que ela dá, ou tira, à marcha da revolução. Gramsci divide os intelectuais em dois tipos: "orgânicos" e "inorgânicos" ( ou, como ele prefere chamá-los, "tradicionais" ). Estes últimos são uns esquisitões que, baseados em critérios e valores oriundos de outras épocas, e sem uma definida ideologia de classe, emitem idéias que, ignoradas pelas massas, não exercem qualquer influência no processo histórico: acabam indo parar na lata de lixo do esquecimento, a não ser que tenham a esperteza de aderir logo a uma das correntes "orgânicas". Intelectuais orgânicos são aqueles que, com ou sem vinculação formal a movimentos políticos, estão conscientes de sua posição de classe e não gastam uma palavra sequer que não seja para elaborar, esclarecer e defender sua ideologia de classe. Naturalmente, há intelectuais orgânicos "burgueses" e "proletários". Estes são a nata e o cérebro do Novo Príncipe, mas aqueles também têm alguma utilidade para a revolução, pois é através deles que os revolucionários vêm a conhecer a ideologia do inimigo. Gramsci mencionava como protótipos de intelectuais orgânicos burgueses Benedetto Croce e Giovanni Gentile: o liberal antifascista e o ministro de Mussolini.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-6849699545436035219?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/6849699545436035219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=6849699545436035219&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/6849699545436035219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/6849699545436035219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/07/esclarecendo-gramsci.html' title='Esclarecendo Gramsci'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-594664799592005744</id><published>2009-06-30T17:52:00.000-07:00</published><updated>2009-06-30T17:56:24.804-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caio Prado Junior. Dialética do conhecimento.'/><title type='text'>Dialética do conhecimento</title><content type='html'>Li o livro do Caio Prado Junior chamado Dialética do conhecimento, eu li o tomo I... eu tenho lá minhas conclusões e tal qual o livro do Gransci, ele também fala de povos superiores e inferiores culturalmente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que existe mesmo um parâmetro que mede isso...&lt;br /&gt;Não consegui fazer o link do fichamento, então vai no copia e cola, pra quem quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRADO JÚNIOR,  Caio. Dialética do conhecimento. Tomo I – Preliminares pré-história da Dialética. 4 ed. [S.l]: Editora brasiliense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teorias físicas e fatos    As teorias físicas em geral não emanam ou derivam da consideração imediata dos fatos de que pretendem dar conta; mas se formam e arquitetam à margem deles, freqüentemente até antes de serem conhecidos, e com o fim expresso e prefixado de explica-los” .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em todas elas (ciências), o conhecimento marcha através de hipóteses que são propostas e depois submetidas à prova por processos que não se distinguem essencialmente daquele que encontramos na Física ou em outros setores onde se emprega o tratamento matemático”.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciência e conhecimento    Existe um problema que os empiristas escamoteiam, que é o da passagem da consideração dos fatos concretos da realidade, que a ciência não adota como conhecimento, são fato, unicamente. O conhecimento empírico “não passa de uma etapa rudimentar da elaboração científica”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É sem dúvida certo que à primeira vista somente nos satisfazemos plenamente com uma teoria cujas noções possam ser desde logo representadas intuitivamente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, as teorias científicas independem da intuição direta e imediata. A representação que fazemos, portanto, é pura ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A relatividade generalizada é inteiramente estranha à mecânica quântica, como esta nada tem a ver com os diferentes departamentos da física clássica que continuam a ser tratados a luz das concepções antigas. O universo é seccionado em categorias completamente distintas, o mundo “microscópico’ e o mundo ‘macroscópico’, valendo para cada qual noções diferentes e até contraditórias – como por exemplo o determinismo, válido no último, e banido, segundo se afirma, do outro... enfim, a mais completa balbúrdia reina no domínio da ciência contemporânea.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos é dada uma noção qualquer, e procuramos figura-la por imagens sensíveis, verificamos que não é simples descobrir-lhes uma correspondência, e que qualquer correspondência aventada está longe sempre de ser rigorosa, apresentando-se incerta e flutuante.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sensação e conhecimento    ... isso que chamamos ‘sensações’ são dados sensoriais complexos resultantes de um processo de coordenação da experiência sensível; a imaginação, processo conseqüente, constitui um segundo plano de coordenação, derivado do primeiro, mas que com ele não se confunde. E isso nos leva ao conhecimento, porque já naquele segundo plano encontramos os germes do processo cognitivo... Isso porque a imaginação apresenta formas que já se podem assimilar a um conhecimento rudimentar e elementar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... representações sensíveis formadas no curso da aprendizagem que se faz também unicamente na prática. A natureza por assim dizer ‘sensorial’ desse tipo de conhecimento, tão próximo da pura sensibilidade e que pouco difere do condicionamento reflexo, tem como traço característico o fato de que o executor é incapaz de explicar sua técnica senão pela efetiva realização dela: não a transpôs em linguagem, o que implica abstração; e o conhecimento que tem dela é quase puramente sensorial. Essa distinção entre conhecimento  prático, de um lado, e teórico , do outro, é muito simples, e está ao alcance de observações correntes e vulgares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... as sensações formam sempre feixes complexos de impressões sensíveis de procedência a mais diversa.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;59&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63&lt;br /&gt;Imaginação e pensamento abstrato    ... a ocorrência simultânea (desses elementos) ou sucessão muito rápida e imperceptível num mesmo processo mental, nos mostra seu fundo comum; mas ao mesmo tempo, põe em destaque os traços que os distinguem. E isso traz grande contribuição para a compreensão do Conhecimento, como logo veremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natureza das intuições: ... compõe uma grande e importante parte de nosso conhecimento; conhecimento em geral pouco seguro e impreciso, e por isso de alcance limitado; mas que nem por isso deixa de constituir uma forma, rudimentar embora, de Conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento imaginativo consiste numa coordenação da experiência sensível.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;65&lt;br /&gt;Finalidade da teoria científica    É dar conta dos fatos considerados, explicar os fatos, verificar-se em outros fatos além daqueles considerados. “... sistema de idéias tal que por via de inferência o pensamento possa, a partir dele, chegar aos fatos objeto da teoria em questão”.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24&lt;br /&gt;Aplicabilidade    Teoria que unicamente dê conta de um certo número de fatos, mas que se limitasse a isso, de nada serviria. “... a ciência não se destina a ser um registro passivo do Universo, um espelho em que este se viesse refletir, e sim um instrumento de progresso com que o ser pensante que é o homem, penetra na Realidade objetiva a fim de nela e sobre ela agir”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Formular um problema é freqüentemente mais essencial que lhe dar solução, que pode ser questão de habilidade matemática ou experimental. Provocar o aparecimento de novas questões e possibilidades, considerar velhos problemas de um ângulo novo, isso exige uma imaginação criadora e marca um real progresso na ciência”.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25&lt;br /&gt;Mundo objetivo e operações do pensamento na elaboração científica    Para eliminar as tendências idealistas a que a interpretação dos fatos dá ou pode dar lugar -... – é preciso abordar o assunto de maneira mais cientificamente honesta do que muitas vezes se faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum conhecimento pode ser dito mais elementar que a intuição ou o que freqüentemente chamamos de intuição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento imaginativo serve para reconhecimento e identificação: as imagens, particularmente aquelas associações imaginativas em que predominam as dos sentidos (vista, ouvido, tacto, olfato, paladar), têm pelo menos uma função: a do reconhecimento e identificação das feições da realidade... constitui eventualmente o ponto de partida para a elaboração de conhecimentos mais gerais e objetivos,  e menos impregnados de subjetividade e ação imediata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginação e pensamento abstrato:    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60&lt;br /&gt;Fases do conhecimento    Fase descendente do ciclo do conhecimento: o processo cíclico do conhecimento é permanente e ininterrupto, e constitui assim um todo fundamentalmente unitário; e as fases que distinguimos se fazem uma pela outra e para a outra. Do mesmo modo que a ascendente, analisada no outro capítulo, parte de uma atividade condicionada pelo momento anterior de descida, a descentende tem seu ponto de partida e se inspira na fase ascensional do processo que canaliza para o conhecimento os dados da experiência sensível, e assim forma esse conhecimento os dados da experiência sensível, e assim forma esse conhecimento que vai comandar a fase descendente que leva à atividade e a conduz.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;83&lt;br /&gt;Explicitação    “A explicitação consiste portanto na evocação da representação sensível contida num conceito.” Não é, no entanto, sucessão de imagens, tão pouco a explicitação automática dos conceitos, que exigiria uma alta faculdade de abstração, digna de filósofos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicitação de conceitos abstratos: Mesmo no caso de conceitos mais abstratos podemos observar fato semelhante. Qualquer conceito que tenha para nós um sentido real, e não seja puro verbalismo destituído de conteúdo pensante, provoca geralmente, nos casos normais, evocação de experiências passadas, sob forma de representações sensíveis. São tais experiências evocadas que contribuíram, em parte pelo menos,  para a constituição daquele conceito considerado, e a evocação por ele provocada não representa senão sua explicitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se passa no foro íntimo dos outros não nos é acessível senão por processos indiretos e precários. O pensamento, quando se exprime exteriormente, o faz pela linguagem que por natureza já é abstrata, e para fazermos um juízo do que se esconde atrás dela e do processo real de pensamento de que resultou não podemos senão conjecturar.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;85&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;86&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;87&lt;br /&gt;Termo, proposição e linguagem    O termo, por exemplo, é aí definido como expressão verbal da idéia; a proposição, como expressão do juízo. A linguagem é pois reconhecida como expressão do pensamento não o pensamento.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;132&lt;br /&gt;Inferência    A inferência não pode ser instrumento de elaboração do conhecimento, mas apenas uma de suas fases que consiste na revelação ou reprodução do conhecimento já elaborado.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;145&lt;br /&gt;As maneiras pelas quais os indivíduos e as ciências podem expressar-se    Linguagem como uma maneira de pensar: O que dificulta frequentemente a proposição corretado problema é o fato de a linguagem ser em geral considerada sobretudo e em principal lugar sob o aspecto de sua função transmissora do pensamento entre os indivíduos, isto é, como expressão exterior do pensamento e meio de comunicação. O que representa apenas uma parte da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamento discursivo: a linguagem é assim ao mesmo tempo que expressão exterior do pensamento, uma das maneiras de ser desse pensamento. Chamemo-lo de pensamento discursivo, em oposição ao pensamento conceptual propriamente que caracterizaremos por enquanto simplesmente por essa posição.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;134&lt;br /&gt;Transformação e alternância das maneiras depensar    No que diz respeito ao conhecimento e à sua teoria que centralmente nos interessam aqui, é a transformação do  conhecimento conceptual em discursivo que representa o momento decisivo da elaboração do conhecimento, e naturalmente também de sua elocução e comunicação; enquanto a transformação inversa (discursivo-conceptual) é o momento decisivo da aquisição do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre se concebeu a linguagem como maneira de delimitar, isto é, de precisar a idéia.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;136&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;137&lt;br /&gt;Seccionamento do pensamento pela linguagem    Que a linguagem é expressão do movimento do pensamento realizado pelo seccionamento dele, isso se verifica na observação atenta dos processos mentais. Acompanhando o desenrolar das operações do nosso pensamento, verificaremos que a irrupção nele da linguagem suprime imediatamente sua fluidez, que não retorna senão quando a linguagem se resolve novamente em pensamento conceptual.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;139&lt;br /&gt; VOCABULÁRIO: “... comprovam o fato ex-abundantia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusões:&lt;br /&gt;Tudo isso parece lógico. Porém, por exemplo, se formos levar a coisa toda ao pé da letra, surdos não poderiam apreender e praticar ciência, visto que elaboram formas que o autor chamou de `rudimentares` de conhecimento (ligadas às imagens abstratas,substitutivas do mundo real).É de se questionar a partir disso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto questionável do autor é a classificação que ele faz em “povos de baixo nível de cultura” (pág 61) sem especificar o que seria baixo nível de cultura. O autor atribui o ‘ conhecimento rudimentar imagina e representativo’ aos ‘povos de baixo nível de cultura’.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-594664799592005744?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/594664799592005744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=594664799592005744&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/594664799592005744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/594664799592005744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/06/dialetica-do-conhecimento.html' title='Dialética do conhecimento'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-3738643364372621915</id><published>2009-06-28T16:57:00.000-07:00</published><updated>2009-06-28T17:22:15.619-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os intelectuais e a organização da cultura - Gramsci'/><title type='text'>Os intelectuais e a organização da cultura</title><content type='html'>Terminei de ler esse livro, do Antonio Gramsci.&lt;br /&gt;Adorei demais a idéia de que os intelectuais utiliam as superestruturas para disseminar suas ideologias, sobre a escola e a formação universitária - superestruturas que devem formar cidadãos completos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito esclarecedor sobre a origem dos intelectuais e a função que essa classe dirigente exerce na sociedade. A organização das leis, dos dirigentes, do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só não achei tão didática assim a divisão dos intelectuais em intelectuais tradicionais e intelectuais das massas. De onde eu vejo esa divisão não facilita a compreensão da formação de massas intelectuais. Nem é didático. É didático o relato da transformação da civilização e a demonstração da atuação dos intelectuais (sejam eles tradicionais-aristocráticos ou moderno-burgueses) durante a evolução social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não entendi o que seria uma "cultura superior" que Gramsci atribui a certas civilizações, em certos períodos do tempo. Mas estou lendo agora o Economia Brasileira Contemporânea, talvez esse livro me esclareça mais este ponto. Mando notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei o livro na Internet, mas já não tenho mais o link (foi difícil, foi fácil não) e por isso aí vai o link pra o meu fichamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://rapidshare.com/files/249765587/GRAMSCI.doc.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-3738643364372621915?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/3738643364372621915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=3738643364372621915&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3738643364372621915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3738643364372621915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/06/os-intelectuais-e-organizacao-da.html' title='Os intelectuais e a organização da cultura'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-8480814245408201561</id><published>2009-06-21T07:10:00.001-07:00</published><updated>2009-06-21T07:12:31.272-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalista profissão'/><title type='text'>Entre querer e PODER ser jornalista</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/Sj4_eQZMHoI/AAAAAAAAAQY/bFxampjtXM8/s1600-h/don-quixote.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/Sj4_eQZMHoI/AAAAAAAAAQY/bFxampjtXM8/s320/don-quixote.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349783196391972482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há, no começo da 2a. parte de D. Quixote, um episódio cômico, que se aplica muito bem ao nosso Brasil: O senhor Netuno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O louco recorre ao bispo para ser libertado do hospício, afirmando - numa carta razoabilíssima - ser sadio e, portanto, mantido arbitrariamente segregado do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arcebispo envia uma pessoa de sua confiança, que se convence de estar realmente em&lt;br /&gt;face de um homem de mente sadia, até que - quando o pretenso sadio se despede dos seus amigos do hospício - ocorre a catástrofe.&lt;br /&gt;Um louco, que afirma ser Júpiter, ameaça, se o amigo for embora, de não mais fazer chover sobre a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amigo, temendo que o enviado do bispo recue de seu  propósito de libertá-lo diz:&lt;br /&gt;"Não se aflija, porque se ele é Júpiter e não quer que chova, eu sou Netuno e mandarei chover tanto  quanto me der na gana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim é entre a imprensa e o governo. Cada qual mais Netuno e Júpiter que o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que há ignorância todos sabem, nosso presidente é o próprio  Senhor Netuno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os ignorantes pudessem existir, publicar, mudar a ortografia, ser presidente, ignorar a formação teórica em nome de alguma razoabilidade, nada de estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que passem a ser um pilar de modernidade, que tenham encontrado “espontaneamente” um grande público, eis algo que precisa URGENTEMENTE ser analisado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis algo que nos leva a refletir sobre a debilidade, mesmo em épocas normais, dos&lt;br /&gt;obstáculos críticos que, não obstante, sempre acreditei existirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve-se pensar sobre como, em épocas anormais, de desencadeamento de paixões – e vejam, somos um povo apaixonado na bonança, quem dirá a conseqüência de em uma tempestade – como seria fácil aos ignorantes serem apoiados por forças interessadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;medo... terror e tristeza...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-8480814245408201561?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/8480814245408201561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=8480814245408201561&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/8480814245408201561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/8480814245408201561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/06/entre-querer-e-poder-ser-jornalista.html' title='Entre querer e PODER ser jornalista'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/Sj4_eQZMHoI/AAAAAAAAAQY/bFxampjtXM8/s72-c/don-quixote.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-3473304978632162445</id><published>2009-05-21T08:15:00.000-07:00</published><updated>2009-05-21T08:19:31.971-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O espírito das leis - Montesquieu. O homem que ri - Victor Hugo'/><title type='text'>Tem a ver</title><content type='html'>Lendo o tal do Espírito das Leis me deu uma vontade louca de voltar a ler O homem que ri, do Victor Hugo. Ainda estou lendo, tão logo termine disponibilizo o link aqui, do meu fichamento (porque é um livro digno de fichar e reler sempre) e do livro em si (deve existir, procurarei).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ora, este trecho que fez pensar muito sobre o Montesquieu... "&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;Se o caos se mete a arquiteto, e edifício será Babel. E depois, que tirania esta pretensa liberdade! Quanto a mim, quero divertir-me, não governar. Votar me aborrece, prefiro dançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que providência, haver um príncipe que se incumbe de tudo! Certamente que o rei é generoso, ao tomar a si todas essas penas. E além do mais, ele foi educado dentro disso, sabe de que se trata. É a sua missão. A paz, a guerra, a legislação, as finanças, em que interessa isso tudo aos povos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida é preciso que o povo pague, sem dúvida é preciso que o povo sirva, mas isto lhe deve bastar. Uma parte lhe está reservada na política: é dele que saem as duas forças do Estado, o exército e o orçamento. Ser contribuinte e ser soldado, não bastará isso? O povo é o braço militar, é o braço financeiro. Papel Magnífico. Reinam por ele. É preciso que ele retribua esse serviço. Imposto e lista civil são salários pagos pelo povo e ganhos pelos príncipes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo dá seu sangue e seu dinheiro, por meio do que se lhe proporciona a direção. Querer dirigir-se por si mesmo, que idéia bizarra! Ele precisa de um guia. Sendo ignorante, o povo é cego. E o cego acaso não tem um cão? Somente, para o povo, é um leão, o rei, que consente em ser o cão de guia. Quanta bondade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por que é o povo ignorante?&lt;br /&gt;Porque é preciso que ele o seja. A ignorância é a guardiã da virtude. Onde não há perspectivas não há ambições; o ignorante está numa noite útil que, suprimindo o olhar, suprime as cobiças. Daí, a inocência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem lê pensa, quem pensa raciocina. Não raciocinar é o dever; é também felicidade. Estas verdades são incontestáveis. A sociedade está assentada sobre tais alicerces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob este reinado, ainda que relativamente bonachão, o recrutamento para a armada se fez com violência extrema: prova sombria de que o inglês é antes o súdito que o cidadão."&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-3473304978632162445?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/3473304978632162445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=3473304978632162445&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3473304978632162445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3473304978632162445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/05/tem-ver.html' title='Tem a ver'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-3185391554350640364</id><published>2009-05-17T07:49:00.001-07:00</published><updated>2009-05-17T07:50:03.396-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O espírito das leis - Montesquieu'/><title type='text'>O espírito das Leis - Montesquieu</title><content type='html'>Segue o link para download do &lt;a href="http://rapidshare.com/files/234033548/O_ESP_RITO_DAS_LEIS_-_MONTESQUIEU.pdf.html"&gt;livro&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-3185391554350640364?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/3185391554350640364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=3185391554350640364&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3185391554350640364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3185391554350640364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/05/o-espirito-das-leis-montesquieu.html' title='O espírito das Leis - Montesquieu'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-8619619041895871023</id><published>2009-04-27T08:53:00.001-07:00</published><updated>2009-04-27T08:54:08.389-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito à visitação'/><title type='text'>O direito do pai não é absoluto</title><content type='html'>Este é um julgamento que se espera na corte brasileira, não o ataque à personalidade das crianças, provomido pelo judiciário brasiliense...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A turma julgadora entendeu que a visitação integra, mas não esgota o poder familiar. Segundo os desembargadores, o papel da família é recheado de outros direitos e deveres. Entre eles, o de respeito e o de socorro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está em Gigliola_Córdova.blogspot.com e no twitter&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-8619619041895871023?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/8619619041895871023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=8619619041895871023&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/8619619041895871023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/8619619041895871023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/04/o-direito-do-pai-nao-e-absoluto.html' title='O direito do pai não é absoluto'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7245357801412393765.post-3923396227716419942</id><published>2009-03-29T15:26:00.000-07:00</published><updated>2009-04-04T08:43:52.651-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito Internacional Público'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marcelo Varella'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Manual'/><title type='text'>Direito Internacional Público - Marcelo Dias Varella</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/Sc_2FfSoNaI/AAAAAAAAAPU/CSJ36CE9evc/s1600-h/varell.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318740259107255714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 130px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 193px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/Sc_2FfSoNaI/AAAAAAAAAPU/CSJ36CE9evc/s400/varell.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não é livro para principiantes, muito embora tenha a linguagem que torna a leitura uma atividade tranquila. Apresenta conceitos técnicos e complexos de forma bastante simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leitura é um convite para rever conceitos como o da pirâmide de normas de Hans Kelsen, pesquisar um pouco sobre a convenção de Viena, Direito Objetivo e Direito Subjetivo, representação e soberania – passando por Hugo Grotius, Thomas Hobbes, Jean Bodim e Rousseau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há itens bastante técnicos; por exemplo, as características gerais dos tratados, as bases sociológicas, políticas, econômicas e jurídicas que conribuiram para a formação do Direito Internacional, a relação entre a Constituição Federal e os Tratados, as controvérsias, muitos aspectos técnicos de uma conferência internacional para celebração de tratado e um apanhado sobre a visão contemporânea de soberania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final de cada capítulo há um resumo e no final do livro, um mapa mundi. É bibliografia essencial para quem quer conhecer a fundo a teoria e a liturgia do Direito Internacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7245357801412393765-3923396227716419942?l=gigliolacordova.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/feeds/3923396227716419942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7245357801412393765&amp;postID=3923396227716419942&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3923396227716419942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7245357801412393765/posts/default/3923396227716419942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gigliolacordova.blogspot.com/2009/03/direito-internacional-publico-marcelo.html' title='Direito Internacional Público - Marcelo Dias Varella'/><author><name>Gigliola_Córdova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15790366051116206208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/TJSIDMTcSUI/AAAAAAAAAUY/kmk1gHdqlfA/S220/1.jpg.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_opmRqVfV9Ew/Sc_2FfSoNaI/AAAAAAAAAPU/CSJ36CE9evc/s72-c/varell.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
